Amostragem georreferenciada de solo em grids ou grades

A agricultura de precisão (AP) se diferencia da agricultura convencional porque não trabalha com médias, levando consideração a variabilidade espacial do solo, ambiente e plantas. Isso significa que esta forma de manejo reconhece que o solo tem em sua composição química, física e biológica, estruturas que podem determinar a sua condição de fertilidade. Esse estudo da variabilidade da superfície tem a finalidade de gerenciar as informações obtidas na análise, realizar o tratamento desse solo de acordo com as necessidades nutricionais do mesmo e deste modo, diminuir o efeito da variabilidade tornando a lavoura mais homogênea e produtiva.

Uma das ferramentas utilizadas pela AP que identificam a variabilidade de fatores de fertilidade é a amostragem georreferenciada realizada pela divisão da lavoura em grids, ou seja, em pequenos talhões de um, três ou cinco hectares (conforme a necessidade de cada agricultor) sempre respeitando a geoestatística e a qualidade de amostragem feita com equipamentos de controle automático, evitando erros de amostragens por uso de ferramentas manuais. Os pontos são predeterminados e georreferenciados dentro da área de cultivo utilizando equipamentos GPS, os quais são essenciais para a criação dos mapas de fertilidade do solo.

Cada amostra de solo apresenta informações sobre 22 fatores de fertilidade. Então como exemplo, uma lavoura de 60 hectares dividida em grids de 1ha resulta em 60 amostras de solo e 1320 informações sobre a fertilidade deste. A mesma lavoura dividida em grids de 3ha resulta em apenas 440 informações. A coleta das amostras em grids menores permite que o agricultor e os técnicos agrícolas tenham um nível maior de detalhamento sobre a área de cultivo tendo um número maior de informações para a tomada de decisão. Além do tamanho do grid, a amostragem do solo requer cuidados também com o número de sub-amostras coletadas, à profundidade da amostragem e o laboratório escolhido para realizar a análise dessas amostras.

O processo de amostragem do solo e os mapas de fertilidade criados ocupam uma importância significativa na gestão da lavoura porque auxiliam e qualificam a tomada de decisões quanto aos procedimentos de correção e fertilização que serão aplicados no solo. Dessa forma, a eficiência na utilização de um fertilizante ou corretivo é melhorada, tendo por consequência o aumento do potencial de produtividade das áreas que recebem este tratamento.

Como obter uma lavoura de verão rentável desde a semeadura

Estamos na época de colheita da cultura do trigo e início do plantio da safra de soja 2018/19. Os agricultores que conduziram um inverno da melhor maneira possível, combatendo as ervas daninhas, realizando cobertura de solo, mapeamento de fertilidade e corrigindo as deficiências nutritivas, chegam agora na fase de pré-semeadura e semeadura da cultura de verão. As etapas de cuidado com o solo durante o inverno auxiliam para que, na semeadura da soja, o solo esteja nutrido e a semente receba aquilo que necessita para germinar e se desenvolver de forma saudável e no final alcançar um bom rendimento.

O agricultor deve ser muito cauteloso com a velocidade de plantio da semente e a distribuição correta dela na lavoura pois é uma das etapas mais importantes de toda a cultura. Estas devem estar reguladas para que não ocorra uma heterogeneidade da distribuição de sementes ao longo da linha resultando na disputa por nutrientes, luz e água pelas plantas que estejam próximas durante o crescimento. A soja é uma cultura que praticamente não compensa falhas de plantio durante o desenvolvimento, também é muito importante que o agricultor esteja atento ao teor de umidade na hora do plantio.

A semeadura em solos manejados por sistema de plantio direto consiste em algumas operações, dentre elas a eliminação de plantas remanescentes sobre o solo; a abertura do sulco de fertilizantes e sementes, suas distribuições e deposições; a compactação e o fechamento dos sulcos. Técnicos agrícolas e os próprios agricultores estão identificando diversas falhas nessa distribuição de fertilizantes e sementes durante o plantio, problema este que resulta em menor potencial produtivo da cultura.

Nesta fase, é muito importante que você agricultor, utilize em sua lavoura sementes de qualidade, que sejam vigorosas para que a planta possa crescer vigorosa e de forma estável na lavoura. Também é essencial semear da melhor forma possível, com teor de umidade adequado no solo, com cobertura vegetal, e assim obter uma boa germinação da semente que produz plantas vigorosas e consequentemente ter sucesso na colheita.

Depois do plantio é importante também conduzir a lavoura de maneira correta. Para isso, procure um técnico de confiança e fique ao lado de especialistas que conheçam a sua lavoura assim como você. Procure identificar antecipadamente as áreas que apresentam deficiências nutritivas ou histórico de com ataque de pragas  e plantas daninhas para que estes problemas sejam resolvidos a tempo e assim tenha uma boa safra.

Qualidade na semeadura da soja

A semeadura da soja exige cuidados especiais, que permitam garantir a maximização da produtividade da lavoura.

107 anos da Associação Comercial de Cruz Alta: AgroPrecision é um dos cases do evento

No último dia 15 de outubro a Associação Comercial Industrial de Cruz Alta, completou 107 anos de fundação, e, para marcar essa data, promoveu a 1ª Convenção Comercial ACI Cruz Alta, entre os dias 15 e 17 deste mês e a AgroPrecision foi uma das empresas convidadas a contar seu case empresarial.

Com o tema “está na hora de reinventar-se” a Convenção contou com a participação de empresários e suas equipes, reunidos para debater temas sobre inovação, estratégias de vendas e superação. Segundo a Assessoria de Comunicação e Imprensa da ACI, além de proporcionar qualificação e desenvolvimento para a classe empresarial e seus colaboradores, o objetivo do evento foi de promover um momento para que os gestores possam avaliar como estão as suas empresas, e o que pode ser realizado para reinventar-se, tornando o seu negócio mais atrativo e inovador, o que consequentemente irá promover o aumento das vendas.

Neste contexto, os sócios da AgroPrecision, Leonardo e Rodrigo Rossato, compartilharam com os participantes da Convenção a história da empresa, bem como suas dificuldades de mercado e adaptação para a tecnologia, até chegar ao nível de qualidade que a empresa atingiu.

“Para nós foi uma honra poder participar da 1ª Convenção, ainda mais, podendo compartilhar com outros empresários nossa história, que desde 2005 estamos buscando o melhor em tecnologia para o setor do agronegócio, além disso, nos orgulhamos de fazer parte da ACI Cruz Alta e parabenizamos a direção pela iniciativa e consequentemente pelos seus 107 anos de história” – argumentam os gestores da AgroPrecision.

Densidade e profundidade da semeadura influenciam no potencial produtivo da lavoura da soja

No Brasil, a soja é a cultura com maior movimentação econômica do agronegócio e o sucesso atribuído à cultura encontra-se dentro de suas múltiplas aplicações. A soja pode ser usada em produtos alimentares, como óleo vegetal comestível, biocombustíveis e, sobretudo, o seu farelo pode ser usado como fonte de proteína em rações animais.

Atualmente, as sementes são um item de importante investimento de uma lavoura de soja, fazendo com que se torne cada vez mais relevante o uso de sementes de boa qualidade, aliada a qualidade de semeadura em adequada umidade do solo e a regulagem correta das semeadoras, a fim de otimizar o uso desse investimento.

Na implantação da lavoura, o número de sementes depositadas no solo configura a densidade de semeadura e, seguir as recomendações para a cultivar a ser implantada é de máxima relevância. Caso haja variação na densidade podem ocorrer alterações na morfologia da planta, interferindo diretamente na sua arquitetura, nos componentes do rendimento e, consequentemente, no rendimento de grãos.

A alta densidade de plantas da soja normalmente diminui a emissão de ramos laterais, aumenta a estatura de planta, diminui o número de vagens por planta e pode favorecer o acamamento em muitas cultivares. Já em baixa densidade, as plantas de soja tendem a emitir maior quantidade de ramos e formar hastes mais robustas, aumentando o número de vagens por planta. Com isso, pode haver compensação da menor quantidade de indivíduos por área pela maior produção por planta.

A temperatura do ambiente é o mais importante fator que regula a germinação e o crescimento da plântula, além da disponibilidade hídrica. Dentro de determinados limites, a velocidade de emergência aumenta com o incremento de temperatura e umidade, sendo que a germinação, o crescimento e a diferenciação da plântula são favorecidos pelas flutuações entre as temperaturas diurna e noturna. A disponibilidade de água é extremamente importante para promover germinação, crescimento inicial de raízes e elongação de tecidos vegetais, e esses fatores são altamente influenciados pelo potencial matricial de água no solo, textura e área de contato entre solo e semente.

A observação de vários fatores ligados a semente da soja são influenciadores e fazem a diferença no resultado final da safra pois causam um impacto sobre o desempenho agronômico da cultura. Boa parte de um planejamento ideal de cultivo da lavoura de soja está baseada na precisão que se deve ter em relação a profundidade na hora de colocar as sementes no solo.

A AgroPrecision realiza estudos e pesquisas em sua área experimental com o objetivo de entregar resultados mais assertivos para os seus clientes e obter informações mais precisas que auxiliem o agricultor na tomada de decisões sobre processos, ferramentas e formas de manejo que devem ser realizados na lavoura. Desta forma são obtidos dados concretos que podem ser aplicados com a qualidade e confiança da agricultura de precisão aliado ao conhecimento da realidade local.

*Para ler na íntegra o estudo realizado por Patrícia Ferreira Dias, acesse: https://goo.gl/F3AQ1W

Como maximizar a produtividade da soja através do solo

O resultado para se obter uma boa safra da cultura de verão começa muito antes do plantio da semente. Especialistas consideram que para que se tenha uma maior produtividade e rentabilidade da cultura a ser plantada, é necessário que se faça a análise e correção do solo antes da semeadura. Como muitos agricultores brasileiros emendam uma cultura na outra em virtude de utilizar o método de plantio direto na lavoura, é necessário que se faça o tratamento do solo na entressafra.

No sistema de plantio a rotação de culturas e a cobertura de solo na entressafra devem ser prioridades, e o revolvimento direto do solo não deve ser realizado. Quando conduzido corretamente, esse sistema permite que o agricultor aumente a produtividade na área plantada, pelo aumento da ciclagem de nutrientes, melhoria química, física e biológica do solo, gerando resultados positivos da adoção desta técnica.

Através dos métodos utilizados pela agricultura de precisão, entende-se que para que o solo seja preparado de maneira adequada, seja feita a análise de fertilidade do solo. Com base nos dados obtidos através desta ferramenta são adotadas medidas para realizar primeiramente a correção e recuperação da fertilidade química do solo – considerando também a época certa, dose certa, fonte certa e o local correto de colocar este fertilizante.  

A soja é adaptada a todo o território nacional, mas o solo em que ela será implantada deve ter uma boa disponibilidade de nutrientes essenciais para o desenvolvimento completo da planta com boa capacidade de disponibilidade hídrica. Outro fator que deve ser considerado no momento de semeadura da soja é a temperatura do solo, considerando uma média entre 20º a 30º como temperatura adequada para o plantio. Temperaturas inferiores ou acima destas citadas podem ser prejudiciais para a semente e resultar em uma drástica redução nos índices de germinação e emergência da planta.

Realizar o planejamento da cultura com antecedência e de maneira adequada é essencial para que o agricultor garanta a maximização da cultura. Além disso, o conhecimento e aplicação das principais técnicas de manejo, adubação, correção do solo e tecnologias da agricultura de precisão são importantes para atingir melhores resultados em cada local, diminuindo o impacto ambiental e os gastos com insumos comparado ao manejo tradicional da lavoura.

Engenheiro Agrônomo – 85 anos da regulamentação no Brasil

O Brasil é um país em que boa parte da economia está voltada à agricultura e nesse cenário o Engenheiro Agrônomo exerce um papel fundamental desenvolvendo novas tecnologias e desbravando as fronteiras agrícolas, com isso é possível gerar mais alimento e riqueza para a sociedade. A profissão de Engenheiro Agrônomo foi regulamentada no Brasil através do decreto 23.196 de 1933. Hoje em dia, este profissional deixa de ter apenas a função de atuar na melhoria da atividade agrícola para ser uma das peças principais de todo o agronegócio brasileiro.

O Engenheiro Agrônomo é responsável pelos processos produtivos agrícolas desde o planejamento da safra até o pós-colheita na comercialização dos produtos gerados pelo agronegócio. O sucesso ou fracasso de uma cultura depende das decisões, insumos, sementes e cuidados tomados pelos agrônomos e os agricultores.

É em função do trabalho dos engenheiros agrônomos que é possível obter uma maior produtividade da lavoura, unindo conhecimentos adquiridos durante o período acadêmico e a experiência do trabalho. Estes profissionais aprimoram e potencializam a produção com o auxílio de tecnologias da agricultura de precisão colaborando para o aquecimento da economia do nosso país e o crescimento dos agricultores.

Através de pesquisas de engenheiros agrônomos desenvolvem-se defensivos menos agressivos ao meio ambiente, manejos integrados de pragas, manejo da lavoura com precisão que permitem traçar estratégias mais assertivas sobre o uso e manejo do solo, manejo de nutrientes e melhoramento genético do solo, entre outros. Na agricultura de precisão os agrônomos trabalham com inovação e desenvolvimento de softwares para maquinário agrícola, utilizando GPS e computadores para realizar o mapeamento da fertilidade do solo, a aplicação em taxa variável para corrigir a deficiência de nutrientes da terra e o planejamento da lavoura.

Pelo dia nacional do Engenheiro Agrônomo, queremos deixar a nossa homenagem e agradecimento a estes homens e mulheres que tomaram a decisão de fazer mais pelo agronegócio no Brasil. Através do trabalho, de pesquisas e inovações destes profissionais, do conhecimento técnico, ambiental, social e econômico, que hoje é possível produzir mais com menor impacto ambiental e uso equilibrado de defensivos agrícolas.

Aplicação de nitrogênio em taxa variável na cultura do milho

O milho é um cereal de importância econômica e estratégica entre as culturas plantadas pelos agricultores, especialmente porque sua grande utilização está relacionada com a cadeia de produção agroindustrial de aves e suínos como produto da alimentação animal. Entre os cereais cultivados no Brasil, o milho é o mais expressivo em termos de produtividade, atribuição dada devido às suas características fisiológicas e também porque é possível obter mais de uma safra do cereal por ano.

Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, no ranking nacional de produção de milho o Brasil é o terceiro maior produtor do cereal, com aproximadamente 8% do total produzido no mundo em 2015.  Entre os estados, o Rio Grande do Sul é o sexto maior produtor de milho em grãos do Brasil, superado pelos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e Mato Grosso.

Apesar da alta produção de milho no Brasil, ainda considera-se que o cereal tenha um nível médio nacional de produtividade baixo. Os diferentes sistemas de produção de milho deverão ser ainda bastante aprimorados para se obter aumento na produtividade e rentabilidade dos agricultores. Um dos fatores que podem contribuir para que se obtenha esse aumento e melhoria da eficiência na produção do milho são os fertilizantes nitrogenados, dentre os quais a ureia é a mais utilizada e a mais sujeita a perdas de Nitrogênio.

Este nutriente é quantitativamente o mais exigido pela cultura do milho, tem um alto custo na sua produção e eficiência muito variável devido a inúmeros fatores, com o intuito de aumentar a eficiência de resposta, aliada ao potencial produtivo de cada local obtendo-se maior rentabilidade da safra do cereal, a AgroPrecision realiza serviços de mapeamento para a aplicação de nitrogênio em taxa variável. Através desta ferramenta é possível obter uma utilização de nitrogênio otimizada, permitindo a melhor eficiência no aproveitamento deste nutriente pela planta. A aplicação de nitrogênio em taxa variável entrega ao produtor diversos benefícios, entre eles, o aumento da rentabilidade, otimização do fertilizante, menor dano ao ambiente e aplicação durante o cultivo.

AgroPrecision participa do maior evento de agricultura de precisão do Brasil

De 02 a 04 de outubro a capital do estado do Paraná, cidade de Curitiba, é palco do maior evento de agricultura de precisão do Brasil, o ConBAP. O Congresso é realizado desde 2004 e neste ano, pela primeira vez a Associação Brasileira de Agricultura de Precisão toma frente do mesmo, trazendo recentes estudos voltados a “Construção de Dados na Era da Digitalização Agrícola”.

O ConBAP envolve aspectos científicos, comerciais e acadêmicos, compartilhados através de palestras com alguns dos maiores especialistas em agricultura de precisão do Brasil, plenárias, painéis setoriais e apresentação de trabalhos científicos. Além disso empresas que atuam no segmento do agronegócio tem um espaço para apresentar as inovações e serviços oferecidos em agricultura de precisão.

A AgroPrecision entra neste contexto pois participa pelo terceiro ano do ConBAP. Neste ano, a empresa leva três representantes para o evento, os sócios Leonardo e Rodrigo Rossato e o Representante Técnico de Vendas Dener Scapin. O Congresso é uma oportunidade para conhecer novas tecnologias, obter conhecimentos sobre as novidades e tendências do ramo de AP e trocar experiências com demais profissionais e empresários do setor, com o objetivo de continuar aprimorando e melhorando o serviço entregue pela AgroPrecision aos seus clientes.

O ConBAP é um evento bienal e reúne cerca de 800 participantes a cada edição, entre eles estão pesquisadores, profissionais de assistência técnica e extensão, professores, estudantes, empresas e produtores rurais, usuários das diferentes técnicas envolvidas pela Agricultura de Precisão. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão, José Paulo Molin, o público que participa do evento já vem digitalizando e utilizando tecnologias aprimoradas na prestação de serviços em AP, o que falta é aprimorar é a sistematização da coleta e análise dos dados que orientam as tomadas de decisão dos produtores rurais e esse é o objetivo do Congresso.

*Fonte: ConBAP 2018

Fenatrigo Tec – o inverno como oportunidade para produzir mais no verão

O mês de setembro marcou o início de uma nova estação e aqui no estado marcou o início de um evento que busca transformar a maneira de cultivar a safra de inverno nas lavouras a FENATRIGO TEC. Realizado em Cruz Alta dos dias 24 à 28 de setembro, o evento dispôs de diversos momentos de debates como o Workshop Comissão Jovem do Sindicato Rural; Fórum Agrotóxicos; Fórum O Inverno que dá Certo com os temas relacionados a Agricultura e Pecuária; Tá na Hora Cruz Alta: O Inverno como uma oportunidade; Reunião Câmara Setorial do Trigo; Dias de Campo na Área Experimental Agrícola e Animal da Unicruz; e Abertura da Colheita do Trigo.

O evento inédito no município foi realizado em parceria entre Associação FENATRIGO e Fundação Universidade de Cruz Alta com o objetivo de promover o plantio de culturas de inverno principalmente no estado do Rio Grande do Sul. Durante cinco dias estiveram reunidos em Cruz Alta agricultores, pesquisadores, empresários, acadêmicos e especialistas para discutir temáticas voltadas a inovações, técnicas e o uso correto de tecnologias aplicadas a propriedade rural. Para que as reflexões fossem voltadas também à estudos e pesquisas, os cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Mestrado Profissional em Desenvolvimento Rural da Unicruz levaram para o evento diversas temáticas para discussão e reflexão voltadas às práticas de produção no campo.

Neste contexto a AgroPrecision esteve envolvida participando efetivamente dos fóruns e palestras promovidas pela Fenatrigo TEC, bem como do debate “Tá na Hora Cruz Alta: O Inverno como uma oportunidade”. Além disso, a empresa levou para a Fenatrigo TEC, informações importantes sobre cobertura e preparação do solo no inverno que garantem maior rentabilidade para a cultura de verão, podendo dialogar com os visitantes da feira.  

“Apoiar um evento inédito e com cunho informativo é importantíssimo para nós, uma vez que vai ao encontro do trabalho que já realizamos, tanto promovendo, quanto participando de eventos como este. Afinal, compartilhar conhecimento é o que efetivamente transforma uma sociedade.” – justificam os sócios da Agroprecision, Leonardo e Rodrigo Rossato.

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