Convenção AgroPrecision – o compartilhamento de conhecimentos em busca de novos resultados

A AgroPrecision busca a disseminar assuntos, novidades e tecnologias aplicadas à agricultura de precisão e suas ramificações, exemplo disso, são as edições do seu Workshop, que já se consagraram como um dos maiores eventos do agronegócio da região.

Dessa forma, indo ao encontro de todo esse trabalho, a AgroPrecision iniciou nesta segunda-feira (01) a “Convenção AgroPrecision”, na qual é destinada aos colaboradores da empresa, que em conjunto buscam o aperfeiçoamento de técnicas relacionadas às suas atividades cotidianas. Com um corpo técnico qualificado, entre administrativo, engenheiros agrônomos e técnicos agrícolas, o objetivo deste projeto é de que os colaboradores possam estar em constante atualização das ferramentas e tendências no setor para gerar maiores resultados aos seus clientes.

Diversos estudos comprovam a eficiência da aprendizagem coletiva no ambiente profissional, sendo assim, com a Convenção AgroPrecision os colaboradores foram desafiados a pesquisar assuntos sobre agricultura de precisão, manejo, correção do solo, etc., para compartilhar com os demais colegas. Os Diretores da empresa, Leonardo e Rodrigo Rossato, comentam que a iniciativa se deu a partir da percepção de que era preciso olhar de forma estratégica para o público interno (colaboradores), compreendendo que grandes resultados podem ser alcançados e colocados em prática com os clientes da empresa.

“O conhecimento se dá à partir de diversas técnicas validadas por estudos, mas a coletividade proporciona um compartilhamento amplo de informações. Assim, a nossa Convenção traz dois propósitos: valorizar os nossos colaboradores, proporcionando esses momentos de integração e a aplicabilidade destes conhecimentos nos trabalhos realizados em nossos clientes”. – argumentam os Diretores.

AgroPrecicion participa da 1ª Fenatrigo TEC – O inverno que dá certo

Pesquisadores, técnicos, especialistas e estudantes do setor do agronegócio estiveram reunidos nesta semana para discutir sobre a importância das cultras de inverno para a lavoura e a agricultura de modo geral.

 

Como a falta de fósforo pode diminuir o rendimento da lavoura

O fósforo é primordial no metabolismo das plantas e desempenha um papel essencial na transferência de energia da célula, na respiração e na fotossíntese, além de contribuir para o crescimento das raízes, na qualidade de frutas, verduras, grãos e formação das sementes. Atua também na fixação de nitrogênio e é determinante na composição de amido, proteína solúvel, sacarose e glicose da planta. Entre os macronutrientes primários absorvidos, o fósforo é o de menor quantidade, entretanto sua presença no solo é indispensável para o crescimento da produção vegetal.

As plantas jovens absorvem quantidades maiores de fósforo ocorrendo um crescimento rápido e intenso das raízes. Da mesma forma, o solo, tendo disponibilidade, repõe o nutriente em uma quantidade e velocidade suficiente para atender à sua demanda nutricional. Se tudo isso ocorrer em equilíbrio, o solo estará com sua fertilidade alta; se não, atitudes devem ser tomadas para corrigir o desequilíbrio e aumentar a oferta deste nutriente para aumentar a produtividade.

O fósforo é altamente móvel nas plantas e conforme a mesma amadurece, o nutriente é transloucado para as áreas “drenos” que necessitam de alta energia para a formação de sementes e frutas.

As limitações na disponibilidade deste nutriente no início do ciclo vegetativo podem resultar em restrições no desenvolvimento da planta que não se recupera posteriormente, mesmo aumentando o suprimento de fósforo a níveis adequados. Nas plantas, a deficiência de fósforo é mais difícil de diagnosticar que uma deficiência de nitrogênio ou potássio, pois elas podem acontecer mais tardiamente. As deficiências de fósforo tardias na estação de crescimento afetam o desenvolvimento e maturidade normal do cultivar.

As plantações geralmente não apresentam sintomas óbvios de deficiência de fósforo além do atraso geral no crescimento. Quando uma deficiência visual for reconhecida, dificilmente consegue-se corrigir esta deficiência na safra. Além de reduzir a transpiração e a fotossíntese, a deficiência mais severa causada pela falta de fósforo altera a cor das folhas, deixando as bordas com um arroxeamento e má formação da mesma. Em áreas agrícolas o fornecimento de fósforo deve ser diagnosticado através de amostras de solo e, após a correta interpretação, deve-se atentar pela escolha do melhor fertilizante para tender no mínimo a exportação pela cultura deste nutriente para que, assim, os níveis não declinam e causem problemas de produtividade.

Sistema de Plantio Direto: a falta de rotação de culturas que prejudica a fertilidade do solo

O sistema de plantio direto é campeão de sucesso no Brasil, pois ele faz a agricultura acontecer e produzir respeitando a natureza, sendo destaque, principalmente, em estados do Sul do país que possuem solos um pouco mais inclinados e onde, desde os anos 90, há uma cultura de terraceamento e de intervenções mecânicas adicionadas a esse sistema. O Presidente da Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação, Rafael Fuentes, comenta que, há mais ou menos uma década, o sistema de plantio direto é uma preocupação que vem pautando discussões entre especialistas da área e agricultores no que diz respeito à erosão e compactação de solo pelas máquinas utilizadas na lavoura.

Neste contexto situa-se especificamente o trabalho realizado pela AgroPrecision na aplicação em taxa variável de fertilizantes e insumos, que utiliza na lavoura caminhões com pneus de alta flutuação. Esse cuidado com o sistema de pneus dos equipamentos revela a preocupação que se tem com o cuidado do solo, pois como o próprio nome diz, evitam a compactação do solo. Os agricultores do Rio Grande do Sul plantam, quase que em sua totalidade, em sistema de plantio direto, onde problemas com a erosão podem ser detectados frequentemente.

Desde 1972, quando a prática de plantio direto começou a ser desenvolvida no Brasil, por Herbert Bartz, no Paraná, houve uma evolução da produção e hoje há mais de 32 milhões de hectares no sistema produzido no Brasil. Essa confiança que o produtor tem no sistema e o aumento no tamanho das máquinas, principalmente das colheitadeiras, faz com que a pressão sobre o solo seja aumentada, podendo, com o passar dos anos, aumentar os problemas de compactação, diminuindo a infiltração de água e, consequentemente, aumentando a erosão do solo na lavoura.

De forma geral, no Brasil, com o passar dos anos, criou-se uma cultura entre os agricultores que utilizam o sistema de plantio direto, de simplificar o mesmo, deixando a rotação de culturas em segundo plano, causando problemas generalizados na fertilidade química, física e biológica do solo. Isso porque não se tem mais produção de palhada e cobertura permanente e o solo fica empobrecido. Consequentemente a base para o sistema de plantio direto fica extremamente frágil, ocasionando a perda de grande parte da matéria orgânica que as plantas necessitam para se desenvolver, que está principalmente nas raízes, por isso é necessário que o agricultor pratique a rotação de culturas na lavoura (no inverno e verão), pelo menos a cada três anos, diversificando as plantas de cobertura e ‘reativando’ o solo para que a cultura da soja, que é o grão que movimenta a economia do país, seja beneficiado e o solo possa produzir mais.

Safra de soja 2018/19 – tratamento de sementes reduz doenças na cultura de verão

O cultivo de soja no Brasil é orientado por um padrão ambientalmente responsável, que utiliza práticas de agricultura sustentável, como o sistema de integração lavoura-pecuária, o plantio direto e a agricultura de precisão. Essas formas de manejo da lavoura permitem o uso intensivo do solo com menor impacto ambiental, contribuindo para a preservação do meio ambiente.

Para que o cultivo sustentável da maior cultura semeada no país seja realmente praticado pelos agricultores é preciso que o tratamento de sementes contra as doenças seja mais assertivo e menos agressivo ao meio ambiente e à planta. Algumas doenças têm seu início atrelado às sementes, elas são o principal veículo de transmissão de fungos fito patogênicos da cultura, podendo reduzir a germinação e o vigor da planta.

Uma prática que tem sido recomendada para o controle de fungos associados às sementes da soja é o tratamento com fungicidas. Os usos de defensivos agrícolas no tratamento das sementes dão à planta mais condições de defesa contra pragas e doenças que possam atacar a lavoura futuramente. Desta forma objetiva-se melhorar o desempenho de germinação desta semente possibilitando um maior potencial no desenvolvimento inicial da planta e assim obter plantas mais saudáveis e vigorosas.

Algumas condições do ambiente e do clima são favoráveis para a aparição e desenvolvimento de doenças fúngicas nas sementes, especialmente quando há deficiência de água, isso favorece para que o processo de germinação e emergência do embrião da soja seja mais lento expondo as sementes por mais tempo a fungos do solo, que podem causar a deterioração ou a morte da planta.

O ataque de doenças principalmente provindas de fungos pode causar prejuízos tanto ao rendimento de grãos quanto à qualidade das sementes da soja. Entretanto, a utilização de tecnologias e a forma correta de aplicação de fungicidas no tratamento das sementes são manejos que devem ser aplicados para controlar esses ataques patógenos. O sucesso no combate a essas enfermidades vai depender das práticas adotadas pelo agricultor em sua lavoura, utilizando as ferramentas adequadas, os produtos certos e na medida necessária em cada área do solo.

 

Dessecação antecipada : uma forma eficiente de potencializar a produtividade da lavoura

A dessecação da lavoura para o cultivo dos grãos consiste na utilização de herbicidas de ação sistêmica ou de contato que façam a eliminação completa das plantas daninhas presentes na área que será plantada a próxima cultura. Na região Sul, geralmente a dessecação é realizada antes da semeadura da soja ou depois de colhida a safra de trigo.

No sistema de plantio direto, uma das formas de manejo da lavoura mais utilizada pelos agricultores, a dessecação sequencial no final do inverno é fundamental e praticamente obrigatória para que a semeadura da soja seja realizada no limpo, desse modo a germinação e o desenvolvimento inicial da planta se desenvolve em condições mais favoráveis, com o controle de plantas daninhas e a facilidade no manejo de pragas dentro do ciclo da cultura de verão. A aplicação de herbicidas dessecantes antes do plantio é realizada também quando o agricultor visa apenas eliminar a vegetação pré-existente de maneira rápida e eficiente, o que acontece quando existe cobertura de solo ou quando o produtor utiliza o espaço para integração lavoura-pecuária na época de frio mais intenso.

O manejo químico de plantas daninhas antes da semeadura das próximas culturas no solo ocorre de forma variada, pois considera-se que na lavoura existem diversas espécies de plantas diferentes e o nível de infestação não é o mesmo, além das condições climáticas que influenciam no desenvolvimento e infestação desse tipo de dano. Para que o combate seja feito de forma variada e consequentemente com mais eficiência, o herbicida utilizado deverá aplicado com base no Manejo 4C e dos fatores que influenciam para o desenvolvimento das plantas daninhas naquele local.

A AgroPrecision busca gradativamente adequar-se às mudanças e as tecnologias neste segmento para oferecer aos seus clientes, soluções precisas e viáveis para estes problemas, desta forma, trabalhando com a pulverização inteligente, consegue maximizar a produção da cultura. Com a utilização deste serviço o agricultor evita o desperdício, aumenta a eficiência do tratamento na aplicação, cria arquivos de recomendação de doses para todos os equipamentos do mercado e tem os dados disponibilizados online para visualização. É uma ferramenta eficiente para que o agricultor tome decisões mais assertivas e obtenha maior rentabilidade e produtividade na lavoura.

Aplicação em taxa variável – maximizar a rentabilidade para gerar produtividade

O avanço tecnológico associado ao alto conhecimento da fertilidade do solo através da agricultura de precisão são vistos como motivos principais para o aumento da produtividade de soja do Brasil nas últimas safras. Este tipo de agricultura moderna torna o mercado do agronegócio mais competitivo exigindo que os agricultores busquem aprimorar a capacidade de gestão da propriedade, gerando dados e informações mais assertivas sobre a aplicação de insumos e fertilizantes na lavoura, bem como da fertilidade e produtividade do solo.

A aplicação de insumos em taxa variável na agricultura de precisão considera a variabilidade espacial da fertilidade do solo, através de fatores como: teor de nutrientes, população de plantas, entre outros. Esta forma de aplicação fornece insumos de acordo com a necessidade específica de cada talhão da lavoura, sendo que o grande diferencial está na aplicação em taxa variável não trabalhar com médias como na agricultura convencional, mas sim, gerando dados específicos de cada subárea através dos mapas de fertilidade. Assim o agricultor pode fazer o tratamento de acordo com a deficiência e nutrição encontrada em cada pedaço de solo.

O agricultor que utiliza a aplicação em taxa variável na gestão da sua lavoura tem diversos benefícios. Aplicar dosagens certas de fertilizantes e herbicidas em cada subárea gera uma eficiência de custos principalmente na compra desses insumos, promove para a planta somente aquilo que ela precisa, evita o desperdício ou o exagero de produto fazendo a distribuição de forma correta e dessa forma aumenta a produção por hectare. Essa racionalização no uso dos insumos agrícolas também ajuda a diminuir o impacto ambiental nos processos de manejo de uma lavoura.

Levando em consideração fatores como o cultivo, a época de plantio das sementes, as variabilidades do solo, as condições de umidade, nutrição do mesmo e unindo a aplicação de insumos em taxa variável, o agricultor tem em mãos um método assertivo de produção e gestão da lavoura.

Plano Safra AgroPrecision 2018/2019

A AgroPrecision traz uma série de benefícios para os agricultores que desejam fazer o mapeamento da lavoura e investir em um bom planejamento antecipado, lançando o seu Plano Safra 2019. O agricultor que buscar os serviços da AgroPrecision estará garantindo que o solo que receberá a próxima cultura seja mapeado antes do plantio da soja e o pagamento dos serviços poderá ser realizado somente no próximo ano, permitindo assim, uma avaliação mais detalhada e uma tomada de decisão mais assertiva sobre o cuidado com a lavoura. Deste modo o produtor pode programar a melhor compra de fertilizantes e corretivos durante o desenvolvimento da cultura de verão – evitando o excesso ou falta dos mesmos e tendo o benefício da programação da compra antecipada.

A economia do RS poderá ser movimentada com a produção de soja na safra 2018/19

 

A soja é o grão que movimenta grande parte da economia de todo o nosso país. Com a produção da principal cultura de verão para a safra 2018/19, a projeção é de que o Brasil passe a liderar a produção mundial do grão passando os Estados Unidos, até então líder mundial. Na avaliação do Departamento de Agricultura dos EUA, o Brasil deverá obter uma produção de 117 milhões de toneladas de soja, ficando acima dos 116,5 milhões dos americanos.

O plantio da soja inicia nos próximos dias e especialistas de mercado estão com boas expectativas em relação à produção. A safra 2018/19 deve crescer de 2 a 5% em relação ao ciclo anterior de produção do grão no Brasil. Só no Rio Grande do Sul serão mais de 5,89 milhões de hectares plantados. Segundo levantamento de alguns institutos de pesquisa, a estimativa de produtividade média da oleaginosa é de mais de 18 milhões de toneladas, o que significa mais de três toneladas por hectare. De acordo com a INTL FCStone (empresa do mercado financeiro), o crescimento de produção desta safra tende a ser mais tímido comparado à safra 2017/18, uma vez que esta teve um rendimento excepcional e não se espera que os resultados sejam repetidos.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, desde o dia 11 de setembro já havia chuva prevista para a região sul, assim, alguns agricultores já estão se preparando para iniciar o plantio da safra de verão. O mapa de anomalias de precipitação do Inmet para os meses de setembro e outubro, apontam a tendência para chuvas dentro da normalidade em relação aos últimos anos a levemente acima. As condições climáticas vistas na entressafra, no plantio da safra de verão e durante o crescimento da planta são fundamentais para decidir o resultado positivo ou negativo da colheita.

Sobre as exportações da produção, espera-se que mais de 71 milhões de toneladas sejam exportadas, três milhões a menos que o recorde registrado na safra 2017/18 que foi de 74 milhões de toneladas do grão. Só no Rio Grande do Sul a produção de soja está projetada em 31,5 milhões de toneladas, volume que supera a média das últimas cinco safras em mais de 1,6 milhões de toneladas. Esse aumento na produção de grãos do RS refletirá de imediato nas cadeias produtivas e em toda a economia do Estado. São projetados mais de 34 bilhões de reais para serem injetados na economia, considerando apenas o valor da produção da safra da soja.

Projeto voluntário busca recuperar o Sport Club Guarany

– conhecido também como Jequitibá da Serra, o clube surgiu do sonho de um grupo cruzaltense –

O Sport Club Guarany de Cruz Alta nasceu em 20 de setembro de 1913. Dessa forma, se ainda estivesse em atividade, estaria completando 105 anos de existência.

Em uma tentativa de recuperar o campo do estádio do Guarany,  a AgroPrecision se une ao um projeto voluntário e está realizando o mapeamento de fertilidade do gramado, dessa forma, fará aplicações de insumos em taxa variável, bem como a correção da fertilidade química da área. O objetivo é que possam ser realizadas partidas de futebol novamente no campo. O local guarda anos de histórias do Guarany, lembranças de ex jogadores do time e de torcedores. Assim, recuperar essas memórias e fazer com que a comunidade local preserve este lugar, também é um objetivo deste trabalho de revitalização do Clube.

A equipe da AgroPrecision já realizou a coleta das amostras de solo do campo, as quais foram enviadas para análise química laboratorial para com isso, dar-se início à construção dos mapas de fertilidade. Com o mapeamento em mãos, os técnicos farão em seguida as correções de adubos e corretivos de solo, respeitando as necessidades nutritivas de cada área e fazendo com que o gramado fique em condições de receber jogos de futebol novamente.

Em 1929, o Guarany conquistou o seu estádio, mas um ano depois fechou as portas e só retornou em 1942. O segundo recesso do time aconteceu de 1974 a 1985. O time do Guarany que foi tricampeão da Segundona, maior campeão citadino cruz-altense e que participou da Série C nacional em 1988, fechou suas portas para o futebol profissional em 2001. Desde lá, a Taba Índia – agora estádio Lino Ceretta – está com suas atividades paralisadas em virtudes de burocracias.

“Recuperar esse Clube que faz parte da história de Cruz Alta é um prazer para nós. Não estamos recuperando apenas um gramado, estamos recuperando memórias, histórias e conquistas de um time que já nasceu campeão.” – comentam os sócios da AgroPrecision, Leonardo e Rodrigo Rossato.

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