O aumento da rentabilidade com a correta inoculação na cultura da soja

A soja possui grande relevância no cenário da agricultura nacional, e o Brasil se configura como um dos países que mais produz esse tipo grão, além de estar (segundo pesquisas) entre os maiores exportadores dessa leguminosa.

Nessa cultura existem diversas ferramentas, das quais os agricultores devem ter conhecimento, para garantir a produtividade da sua lavoura. Durante o cultivo da soja, existe a fixação biológica de nitrogênio, que é a principal fonte desse macroelemento, fundamental para o crescimento da semente da soja. Essa fixação biológica, ocorre devido à prática de inoculação de bactérias do gênero Bradirhyzobium nas sementes. Pesquisas apontam que a necessidade de nitrogênio da soja é da importância de 80kg de nitrogênio/ha para cada 1000kg de grãos de soja produzido.

Em contato com as raízes da planta, as bactérias do gênero Bradirhyzobium provocam uma infecção, que se manifesta na forma de nódulos e, dessa forma, exercem uma relação de mutualismo, sobrevivendo nas raízes da planta, e, em troca, fixam nitrogênio.

O engenheiro agrônomo, Rodrigo Rossato, explica que os inoculantes para a cultura da soja, são encontrados no mercado de duas formas, líquidos e turfosos. Os líquidos atualmente são os mais utilizados, devido a sua facilidade de aplicação. O inoculante, deve proporcionar uma população, de, no mínimo, 600.000 células/sementes. Pesquisas comprovam que os ganhos em produtividade com a reinoculação (prática de utilizar o inoculante repetidamente em cada cultivo) podem ser maiores que 5% no rendimento da cultura, sendo portanto o melhor custo/benefício entre o valor investido e a rentabilidade agregada a este manejo.

Aliado a reinoculação, várias pesquisas também indicam respostas a Co-inoculação, onde associado ao Bradirhyzobium se adiciona bactérias do gênero Azospirillum, agregando mais um efeito benéfico em produtividade quanto as quantidades ideias são utilizadas.

 “Embora tenhamos acesso às informações, das mais variadas possíveis, e o mercado também oferece ao agricultor várias opções, o mais indicado é procurar um profissional especializado da área de fertilidade, que tenha conhecimento e possa orientar de forma precisa sobre qual decisão o produtor deve tomar, diante das necessidades de sua lavoura.”- argumenta Rodrigo Rossato. 

Conhecimento técnico marca o último dia da AgroPrecison na Agritechnica

Encerrou na última quinta-feira (16) a participação da AgroPrecision durante a Agritechnica 2017, em Hannover, na Alemanha. Com mais de 2.900 expositores e 400 mil visitantes, o evento se consolida como uma das maiores feiras expositoras de maquinários agrícolas do mundo.

Em busca de conhecimento, tecnologia e inovação, a AgroPrecision, participou desde terça-feira (14) da programação da Agritechnica. Foram três dias de visitação aos stands expositores, de troca de conhecimento e de aperfeiçoamento, com o objetivo de melhorar os processos que envolvam a produtividade de seus clientes.

Os diretores da empresa, Leonardo e Rodrigo Rossato, contam que durante a feira, puderam conhecer um sistema de pulverização, onde o sensor identifica qual planta está pulverizando. Ou seja, este sistema, não pulveriza a cultura principal e acaba pulverizando apenas às plantas daninhas que necessitam desta aplicação.

“Já tínhamos o conhecimento das novas tecnologias que estavam sendo aliadas na produção, no entanto, durante a feira, tivemos a oportunidade de visualizar de perto essas tendências e que certamente, darão um diferencial na lavoura dos nossos clientes.”– comentam.

Além disso, os diretores, puderam conhecer um sistema de pulverização diferenciado e as novas tecnologias para a pulverização em taxa variável, e tantas outras novidades para o cenário agrícola. 

Segundo dia de participação da AgroPrecision em Hannover é marcado por conhecimento tecnológico

Uma das maiores feiras de expositores de maquinários agrícolas do mundo, a Agritechnica, em Hannover, na Alemanha, recebeu centenas de visitantes para conhecer as novidades, as tendências e as tecnologias para 2018.

Na última quarta-feira (15) os diretores da AgroPrecision, Leonardo e Rodrigo Rossato, estiveram no seu segundo dia de participação na feira. Os empresários comentaram que o dia foi marcado pela visitação à diversos stands, inclusive os das empresas brasileiras que estavam expondo e que na oportunidade, puderam trocar conhecimento com os expositores.

“Visitando esses expositores, visualizamos muitas novidades e diversas tendências que já vínhamos identificando em outros eventos, e que aqui, ficou evidente a importância de investir na tecnologia, que possa gerar rentabilidade e lucratividade para as lavouras.”- argumentam.

Os empresários comentam ainda, que durante a visitação, puderam compreender processos e as tecnologias de outras culturas cultivadas na Europa, e que podem ser modelos de adaptação para a nossa realidade.

A Agritechnica acontece até esta sexta-feira (17) e promete apresentar outras novidades para o cenário agrícola. 

AgroPrecision busca inovações para seus clientes em Hannover

– A feira de Hannover é considera uma das maiores exposições de maquinários do mundo-

Iniciou no último domingo (12) a Agritechnica 2017, em Hannover, na Alemanha. Considerada uma das maiores feiras de maquinários agrícolas do mundo, a Agritechnica, conta com mais de 2.900 expositores, apresentando as novas tecnologias e as tendências para 2018.

Em busca de inovação e tecnologia para oferecer aos seus clientes, os diretores da AgroPrecision, Leonardo e Rodrigo Rossato, iniciaram ontem as suas participações na feira e comentam sobre a relevância de participar de um evento como este:

“Ter a oportunidade de participar de uma feira, tão importante como esta, é incrível. Primeiramente, pelo conhecimento que podemos ter, pela troca de experiência, por poder conhecer outra realidade de mercado, além é claro, da inovação que podemos levar a adaptar aos nossos clientes no Brasil.”– Rodrigo Rossato.

A Agritechnica acontece até sexta-feira (17) e promete apresentar a cada dia, novas tendências para o cenário agrícola.

“A feira é gigante, ao longo da semana, teremos a oportunidade de conhecer cada expositor e levar ideias inovadoras e que possam contribuir para a produtividade e a lucratividade da lavoura dos nossos clientes.”– argumenta, Leonardo Rossato.

Como aliar a análise do solo no rendimento da lavoura

A agricultura ganhou força e notoriedade ao longo de sua história. Mostrando seu potencial e sua relevância para a sociedade, hoje, este segmento é responsável por uma parcela significativa na economia do Brasil.

Para que o agricultor obtenha máxima lucratividade na sua lavoura, vários procedimentos passaram a ser discutidos para melhorar esses processos. A cada cultivo, exige uma atenção e um cuidado diferente na lavoura, no entanto, existem outras ferramentas que permitem que o agricultor tenha mecanismos para se precaver de possíveis perdas de produtividade durante o cultivo.

O engenheiro agrônomo Leonardo Rossato, comenta que o mapeamento da fertilidade do solo, é um dos mecanismos que podem ser utilizados pelos agricultores, para evitar problemas futuros. A partir deste procedimento, é gerado um diagnóstico preciso das necessidades de nutrientes do solo, permitindo ao agricultor ter a possibilidade de escolher a melhor alternativa de fertilizante e dose deste para a sua lavoura.

“Com o mapeamento da fertilidade do solo, é possível equilibrar os nutrientes e verificar quais a subáreas que estão necessitando de cuidados naquele momento.”– argumenta.

A análise química do solo é fundamental para o produtor conhecer a real necessidade em quantidade e tipo de nutriente que o solo precisa. Através da coleta de solo georreferenciada é possível criar mapas de fertilidade química e através destes mapas, corrigir as deficiências e excessos destes nutrientes em cada local. Dessa forma, a eficiência na utilização de um fertilizante ou corretivo é melhorada, tendo por consequência o aumento do potencial produtivo das áreas que recebem este tratamento.

O mapeamento detalhado do solo, além de determinar a quantidade de macronutrientes como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre, que são os mais exigidos pela planta, também detectam os micronutrientes, como zinco, ferro, magnésio, entre outros, exigidos em menor quantidade, mas que também são importantes para a boa produtividade.

Saber precisamente o que o solo necessita é de extrema relevância, para assegurar um potencial produtivo maior, a partir do mapeamento da fertilidade do solo, diversos problemas podem ser evitados, gerando assim, rentabilidade e lucratividade na lavoura.

Dicas para proteger a lavoura das doenças que afetam a produtividade da soja

Um dos problemas mais graves que podem prejudicar a produção dos agricultores em qualquer cultivo é o surgimento de doenças. No entanto, mesmo que isso ainda ocorra, hoje é possível prevenir e controlar esse problema através da utilização de produtos específicos, que também irão ajudar na manutenção do potencial produtivo da lavoura.

Para iniciar um plano de controle, é necessário ter conhecimento prévio de qual cultura estará sendo semeada, quais as doenças mais importantes que atingem aquela cultura, como acontece a infecção desta na planta, qual o ciclo biológico dela e qual o ambiente em que a cultura está exposta.

A soja, por exemplo, é atacada por diversos fungos e bactérias durante o seu ciclo e por isso a presença de um profissional qualificado, ou métodos de monitoramento constante (como alguns utilizados em agricultura de precisão), são primordiais para que o avanço da doença não seja crescente e prejudique a produção.

As que mais comprometem as lavouras de soja são: septoriose (Mycosphaerella uspenskajae), crestamento bacteriano (Pseudômonas glycine), mancha olho-de-rã (Cercospora sojina), oídio (Erysiphe diffusa), ferrugem asiática (Phakospora pachyrhizi), mancha alvo (Corynespora cassiicola), mela (Rhizoctonia solani), antracnose (Colletotrichum dematium), podridão de sclerotini (Sclerotini sclerotioum), e podridão das raízes (Macrophomina phaseolina). Para evitar os prejuízos causados por esses patógenos é necessário utilizar ferramentas adequadas de manejo, como a rotação de culturas, alternativa importante para quebrar o ciclo dos patógenos presentes na lavoura; a adoção de sementes certificadas e de boa qualidade; o uso de fungicidas no tratamento de sementes; a aplicação preventiva de fungicidas; e a eliminação de plantas voluntárias no período de entressafra.

Das doenças foliares, a ferrugem asiática é a que causa maior preocupação devido à rapidez de seu desenvolvimento e pode causar perda total da produção em poucos dias. Por isso, o controle químico é fundamental, bem como o monitoramento e a identificação da doença nos estágios iniciais, para a correta utilização dos fungicidas.

Algumas dicas podem auxiliar na prevenção de doenças na lavoura, tais como:

1 – Cuidado com o horário de pulverização e condições climáticas ideais;

2- Equipamento bem regulado e com volume de gotas adequado à cobertura necessária que será dada na folha;

3 – Avaliar a qualidade da agua que é colocada no tanque do pulverizador, se ela é adequada ao produto que será misturado ou é necessária à utilização de condicionadores;

4 – Escolha correta dos fungicidas levando em consideração a sua eficiência comprovada e dosagem correta;

5 – Aplicações preventivas sempre terão resultados melhores que curativas

Portanto, ao aplicar os defensivos e utilizar produtos de controle de doenças de forma adequada, o agricultor está usando uma das principais soluções para manter a produtividade e a lucratividade da lavoura. Mas lembre-se, cada cultivo e cada subárea precisam de atenção especifica e orientação técnica. 

A importância da Agricultura de Precisão na cultura da soja

Estudos apontam que na década de 70 a produção de soja no Brasil chegava a atingir (aproximadamente) 10 milhões de toneladas por ano, ou seja, 28 sc/hectare. No decorrer dos anos, técnicas e melhorias nos processos foram incorporadas nas lavouras, o que fez com que esse número aumentasse significativamente. Atualmente, segundo o blog Canal Rural, a produção da safra 2016/2017 chegou a 105,9 milhões de toneladas, atingindo 52,1 sc/hectare.

Esses índices estão diretamente ligados, com a melhora na tecnologia de sementes, com o aperfeiçoamento do manejo do solo e o avanço da tecnologia para processos da agricultura.  Exemplo desse avanço está nos maquinários que praticamente, substituíram vários processos manuais nos quais ocorriam falhas e não asseguravam a aplicação precisa dos produtos que eram utilizados. No entanto, chegou até os agricultores uma nova era: a agricultura de precisão (AP). Essa nova fase alia a tecnologia de informação, otimização da produção e eficiência na lavoura.

“A AP veio a somar nos processos da lavoura. No entanto, é uma tecnologia que está em constante aperfeiçoamento, pois cada vez mais a demanda é maior e esses procedimentos precisam ser atualizados e melhorados, sempre garantindo que haja retorno financeiro ao produtor.”– comenta o engenheiro agrônomo Rodrigo Rossato.

Com a implementação da agricultura de precisão, através do advento da tecnologia, alguns procedimentos foram automatizados, reduzindo o trabalho manual na coleta dos dados da lavoura e aumentando a eficiência operacional dos equipamentos. Por exemplo, o direcionamento do plantio, pulverizações e colheita através de GPS (Global Positioning System) permitem ganho no rendimento operacional das máquinas e menor sobreposição, evitando perdas de produtos e tempo de manobra. O posicionamento geográfico de cada mancha de fertilidade do solo também aumenta a eficiência da adubação e o menor desperdício da mesma, melhorando a rentabilidade. O sensoriamento remoto através de Vants, drones ou satélites permite monitorar as áreas produtivas de forma intensa sem estar diariamente sobre a lavoura, e visualizar os pontos de controle para tomada de decisão. Com isso, a automação permite executar os processos com menos erros, melhorando as taxas de retorno e, consequentemente, aumentando a produção e contribuindo também para a melhoria da eficiência da mão de obra das fazendas.

Portanto para a AP ser bem implantada e executada é necessário se cercar de profissionais especializados do setor que farão os diagnósticos necessários para implantar na propriedade ações que lhe tragam maior retorno financeiro em curto prazo e assim a tecnologia se perpetue na empresa rural.

“Embora o investimento em tecnologia seja significativo, a automação traz vantagens significativas na relação custo/benefício da lavoura.” -comenta o engenheiro agrônomo Leonardo Rossato.

A importância do planejamento da semeadura na cultura da soja

A soja é uma planta extremamente sensível ao comprimento do dia, por este motivo, o período da semeadura afeta diretamente sua produtividade. O planejamento dessa atividade é um processo fundamental para garantir a lucratividade da lavoura. Muito embora a recomendação sobre o período correto do plantio tenha variabilidade conforme cada região do país, variedade e microrregiões (levando em consideração as condições geoclimáticas), especialistas orientam que, de modo geral, os produtores devem começar a programar a semeadura da lavoura desde a entressafra.

Se as lavouras não forem semeadas na época ideal, não alcançaram o máximo potencial produtivo da cultura, assim, afetando, negativamente a rentabilidade e a produtividade da lavoura. Uma das principais causas que os agricultores não conseguem plantar no período correto são as condições climáticas, como o atraso nas chuvas ou excesso delas, dimensionamento das máquinas agrícolas, o desconhecimento da resposta das cultivares à época de plantio, população adequada e o atraso na compra de insumos.

Os engenheiros agrônomos, Leonardo e Rodrigo Rossato, comentam que existem alguns fatores que afetam a produtividade da cultura da soja, como as intempéries climáticas, que fogem do controle humano, no entanto, outros processos podem ser diagnosticados antecipadamente, contribuindo para o planejamento da produção.

“Os produtores devem sempre se precaver com o máximo de informações da sua lavoura para tomar a decisão mais correta, posicionando cada cultivar conforme o nível de fertilidade da área, corrigir as deficiências nutricionais, histórico de produtividade, índice pluviométrico, população final adequada de plantas, cultivar adequada as microrregião etc… para através destas informações, tomar uma decisão com mais cautela com um diagnóstico preciso da área e, dessa forma, fazer um bom planejamento da sua produção.”– argumentam.

Além disso, os engenheiros agrônomos ressaltam que o potencial produtivo da soja depende de outros fatores, como o meio ambiente (incidência de luz solar, temperatura, etc.), de técnicas adequadas de cultivo (velocidade de semeadura, controle de pragas e doenças, sistema de plantio, cultivares, etc.), cuidados com os fatores físicos do solo (densidade do solo, umidade, temperatura, textura, etc.), dos fatores químicos do solo (combate a acidez, ajustar os macro e micronutrientes, etc.) dos fatores biológicos (teor de matéria orgânica, atividade microbiana, inoculação adequada, etc.) e ter calma na execução da tarefas, pois após a semeadura o potencial produtivo está construído, e a partir deste processo só podemos manter ou evitar perder este potencial.

“É neste ponto que está a importância de consultar um profissional que realmente entenda do assunto e possa contribuir para a produtividade da lavoura.”– argumentam. 

Cuidados com a adubação nitrogenada na cultura do milho

Constantemente são encontradas pesquisas que estudam como melhorar o efeito da aplicação de nitrogênio na lavoura, o que de fato, mostra a relevância e a demanda do agricultor em saber quais os métodos que possam auxiliá-lo na produtividade de sua lavoura.

Na cultura do milho, a adubação nitrogenada representa uma parcela importante no custo de produção do cultivo e qualquer técnica de manejo que proporcione a aplicação correta e melhora da sua eficiência, a fim de manter a produtividade e viabilizar o retorno desta cultura para os sistemas de produção, é sempre relevante.

Um dos aspectos mais importantes no manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho está diretamente ligado à época de aplicação e à necessidade de seu parcelamento na aplicação. Sendo preciso considerar a demanda de nitrogênio pelo milho durante o seu desenvolvimento. Segundo alguns estudos, a absorção do nitrogênio (N) pelo milho é intensa no período dos 40 dias após a semeadura, até o florescimento (emissão do pendão), quando a planta absorve mais de 70% da sua necessidade total. De modo generalista se recomenda a utilização de 1 a 2 kg de N por saco de milho que se espera produzir.

A química do N no solo e ambiente é de amplo conhecimento cientifico, mas existe grande dificuldade de aumentar sua eficiência na utilização pelas culturas, pois as perdas podem ser de diversas formas. Entre elas, a de maior importância na cultura do milho estão a lixiviação (que é o movimento descendente do N no perfil do solo para longe do alcance das raízes ocasionado pelo fluxo intenso de água) que varia em função da textura do solo (arenoso ou argiloso) e à presença de impedimentos físicos e químicos que reduzem a profundidade efetiva de exploração do perfil do solo pelas raízes; e a volatilização (que é a perda de N por fluxo de ar para o ambiente). Assim, diversos produtos que estão no mercado agregando compostos à ureia (principal fonte de N mineral utilizada) para evitar ou diminuir suas perdas, com resultados interessantes do ponto de vista técnico e econômico. Estes fertilizantes oportunizam ao produtor uma janela de aplicação maior e melhoria no fornecimento de N à cultura do milho, favorecendo a singularização entre fornecimento e necessidade da cultura e, consequentemente melhorando a rentabilidade e produtividade.

            “Falar sobre adubação nitrogenada nunca será demais, pois cada cultura tem suas demandas e para saber qual a fonte, forma e momento da aplicação deve-se sempre procurar um engenheiro agrônomo capacitado. Isso porque quando falamos em nitrogênio, abre-se uma gama de outros aspectos a serem considerados, por isso nossa insistência em disseminar esse assunto, para que assim, possamos contribuir, por meio de informação, com a rentabilidade e produtividade do agricultor. ”– argumentam os engenheiros agrônomos, Leonardo e Rodrigo Rossato. 

Em tempos de crise utilizar a Agricultura de Precisão como uma aliada do rendimento da lavoura utilizando as informações geradas

Em tempos de crise econômica no Brasil, um dos maiores desafios do setor agrícola é encontrar formas de aumentar a produtividade sem incorporar novas áreas, tendo investimentos que tragam retorno, além é claro, de encontrar formas que não prejudiquem o meio ambiente.

Diante deste cenário, a agricultura passou a ser um setor altamente competitivo, dentro do qual os agricultores buscam formas de destacar-se dos demais e de encontrar soluções que possam gerar maior rentabilidade. Com isso, o agronegócio vem passando por várias transformações e adequações em seus processos, exemplo disto, está na inserção da tecnologia na produção.

 “A Agricultura de Precisão (AP) nunca foi tão importante quanto nesse momento, pois existe uma competitividade grande a nível mundial e local. Por isso, a tecnologia tem se destacado em alguns setores como o nosso, pois, aliada aos produtores, vem permitindo que as lavouras tenham maior produtividade e rentabilidade através do melhor gerenciamento das informações.”– argumenta o engenheiro agrônomo Leonardo Rossato.

A AP visa o gerenciamento mais detalhado do sistema de produção agrícola como um todo, não somente das aplicações de insumos ou de mapeamentos diversos, mas de todos os processos envolvidos na produção.

Um dos exemplos mais concretos e de resultados notórios, segundo a EMBRAPA, é que a adoção de AP no Brasil é crescente, principalmente na área de mapeamento de fertilidade do solo e aplicações em taxa variável.

“Não podemos esquecer que estamos em uma fase de construção de fertilidade do solo na parte química, física e biológica, assim as ferramentas de mapeamento georreferenciado apresentam ótima resposta.” comenta o engenheiro agrônomo Rodrigo Rossato.

Em um futuro próximo, todas as atividades agrícolas serão de algum modo monitoradas e assim permitirão melhorar a eficiência dos processos produtivos, gerando informações de grande valia para o produtor e para o consumidor. Ferramentas de sensoriamento remoto, drones, vants e robótica avançada, farão parte da nossa realidade e o engenheiro agrônomo contará com toda esta carga de informações para gerenciar e aumentar a produtividade de seus clientes.  

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