Aplicação de nitrogênio em taxa variável auxilia na otimização dos custos na cultura do trigo

A agricultura já mostrou todo seu potencial econômico para o mundo, sendo que cada cultura impacta diretamente no crescimento de diversos setores. O trigo, por exemplo, é uma gramínea cultivada mundialmente, sendo um dos cereais de maior importância econômica devido as suas infinitas utilizações, como para a produção de farinhas, alimentação humana e animal, rotação de cultura, proteção do solo, entre outros. 

Segundo diversos institutos de pesquisas e demais profissionais da área, a adubação está diretamente relacionada com a qualidade e o potencial produtivo da cultura e dentre os nutrientes o nitrogênio (N) é sem dúvida, fundamental para o manejo, sendo determinante se ter uma boa disponibilidade no solo em diferentes épocas do desenvolvimento da cultura. 

Mas falando em benefícios do nitrogênio na cultura do trigo, os mesmos são indiscutíveis, garantindo principalmente, o aumento da produtividade e a qualidade fisiológica do grão, sendo que a sua função está diretamente ligada a fotossíntese e a formação da proteína do trigo, atuando no crescimento e desenvolvimento da planta. 

A quantidade de N a ser aplicada depende da análise química da área cultivada e da expectativa de rendimento. Conforme o Manual de Adubação e calagem para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina é indicado aplicar de 15 a 20 kg de N/ha no momento da semeadura e o restante em cobertura entre os estádios de perfilhamento e de alongamento do colmo.

E é justamente entendendo a importância deste nutriente que a AgroPrecision disponibiliza a sua tecnologia de aplicação de nitrogênio em taxa variável, porque a mesma, considera a variabilidade espacial dos atributos do solo, ferramentas de imageamento, cultivo anterior, potencial produtivo e expectativa de rendimento para alimentar um algoritmo muito técnico e qualificado para prescrever a taxa de nutrientes conforme a necessidade específica de cada subárea, proporcionando ao agricultor escolhas assertivas, informações precisas e economia na compra dos insumos.

Compactação do solo: um efeito prejudicial à produtividade

A demanda de produtividade em alta escala aliada a uma exigência de qualidade ainda maior pode destacar um fator que impacta diretamente no rendimento da safra na hora de entregar a colheita: a compactação causada no solo.

Esta compactação, geralmente ocorre pela entrada sucessiva do maquinário para realizar a aplicação de corretivos, semeadura, aplicação de fertilizantes sólidos, aplicação de fertilizantes foliares, pulverização de herbicidas, fungicidas, inseticidas e a colheita, em condições de alta umidade no solo.

Para o agricultor, os custos de produção já são altos e contabilizam horas de trabalho do maquinário, mão de obra, combustível, insumos e fertilizantes. Para cobrir esses e outros custos é necessário que o produtor ganhe em produtividade e não diminua o potencial de sua lavoura com o solo compactado.

Para o problema da compactação do solo, é indispensável realizar a prevenção, acompanhando de perto o estado físico do solo, através de análises que detectem os primeiros sinais de compactação utilizando penetrômetro e avaliação visual do sistema radicular, praticar a rotação de culturas, priorizar sistemas de culturas que agregam matéria orgânica ao solo, racionalizar o uso do maquinário reduzindo o número de entradas das máquinas no campo e utilizar esses somente em condições adequadas de umidade do solo.

A utilização de medidores de compactação do solo já é uma ferramenta difundida na Agricultura de Precisão e a AgroPrecision investiu nesse equipamento para agregar aos seus serviços o mapeamento localizado do adensamento do solo, fornecendo informações para os agricultores de quais medidas podem ser adotadas conforme o adensamento de cada local.

Aliado a isso, os pneus de alta flutuação empregados no maquinário da AgroPrecision traduzem o cuidado da empresa para com o solo, as plantas e o agricultor; este que planeja uma boa safra, com alta rentabilidade e despesas menores. A utilização desses pneus, promovem um menor efeito de adensamento sobre o solo no momento da aplicação de insumos e fertilizantes, auxiliando para que as plantas sigam se desenvolvendo de forma saudável e o solo não seja prejudicado em decorrência do peso das máquinas.

Agricultura de precisão: a importância de um trabalho especializado

Os ganhos com  a utilização das ferramentas da Agricultura de Precisão são diversos, por exemplo, na pulverização agrícola com a utilização de barra de luzes ou piloto automático a sobreposição de produtos aplicados na lavoura fica em torno de 2% enquanto isso, quando não utilizada estas ferramentas para o direcionamento do pulverizador a sobreposição passa de 7%, ou seja em cada lavoura está sendo colocado no mínimo 7% a mais de produto em excesso por deficiência de direcionamento, visto que o operador precisa de algum modo se guiar na lavoura.

Na parte de amostragem de solo, o aumento da produção é de no mínimo 7%, pois o número de informações geradas para o produtor tomar uma decisão mais assertiva são grandes, por exemplo, quando se retira apenas uma amostra de solo para uma lavoura de 30 hectares e se decide qual fertilizante utilizar e a quantidade deste baseada apenas nos 22 indicadores de fertilidade química que acompanham esta amostra, tem-se um baixo índice de acerto devido ao pequeno número de informações disponíveis. No entanto, quando se utiliza o mapeamento da fertilidade do solo nesta mesma área, é possível fazer 30 amostras de solo e ter 660 indicadores da fertilidade, consequentemente, este grande número de dados irá fornecer um melhor planejamento e aplicação do fertilizante no solo.

O potencial das ferramentas da Agricultura de Precisão impacta diretamente na produtividade das lavouras, por exemplo, aumentando da eficiência baseada no grande número de informações disponíveis a ele.  Todavia, a equipe técnica da AgroPrecision, orienta que qualquer processo de AP nas lavouras, precisa ser conduzido por um profissional capacitado para desenvolver as atividades, uma vez que, esta é complexa e exige um grau maior de eficiência, afinal, os degraus da rentabilidade e o aumento de produtividade passam por adoção de algumas tecnologias importantes, e todas devem estar sedimentadas antes de procurar subir o próximo degrau.

 

 

Aplicação de nitrogênio no trigo através do manejo 4C

A tecnologia levou até os agricultores, a possibilidade de obter um diagnóstico antecipado e preciso da sua lavoura, para assim, tomar decisões com cautela e fazer uma programação financeira.

São inúmeras as adversidades que os agricultores encontram em meio aos processos de cultivo, e por isso, é preciso ter conhecimento de cada etapa para que se tenha uma maior assertividade nas decisões.

E neste contexto, a adubação do solo está dentre os processos importantes para a produção agrícola. Adubar significa enriquecer o solo com elementos que possibilitem a nutrição das plantas. No entanto, é uma técnica que necessita de constante aperfeiçoamento e cuidado redobrado. E, para otimizar esse processo, pode ser utilizado o procedimento conhecido como Manejo 4C, usando a fonte Certa, no momento Certo, nas doses Certas e no local Certo.

Existem diversos produtos que são utilizados para fazer a adubação, mas o nitrogênio se destaca pelos seus resultados maiores em relação a outros produtos, pois sua característica química impede acumulo no solo e, portanto, exige a aplicação sempre que necessário na lavoura.

Algumas pesquisas apontam que no manejo da adubação recomenda-se a aplicação do nitrogênio (N) de forma parcelada no solo. Por se tratar de um elemento muito dinâmico no ambiente, pode ser perdido por várias formas se utilizado em fases que as plantas não podem absorvê-lo.

Na AgroPrecision, existe a orientação para cada fase da cultura conforme o potencial produtivo da área. Resultado disso é a eficiência do trabalho de taxa variável de nitrogênio, onde a aplicação é otimizada através de uma ferramenta que, a partir dos mapas de sensoriamento remoto e algoritmos, permite melhorar a eficiência da utilização e aproveitamento deste nutriente, diminuindo perdas para e melhorando a produtividade.

 

Solo e plantas: como obter uma eficiente nutrição de solo e planta através da calagem?

A calagem do solo é um processo fundamental utilizado para melhorar a qualidade dos solos naturalmente ácidos, característico da nossa região. Sendo assim, a adição de calcário ao solo é essencial pois, além de diminuir a acidez, fornece uma quantidade de nutrientes para as plantas, como cálcio e magnésio, evitando a toxidez do alumínio, ferro e manganês, que, em grandes quantidades, podem ser prejudiciais para as plantas. Além disso, o calcário maximiza o efeito dos fertilizantes e aumenta a atividade das bactérias benéficas ao solo, acelerando a decomposição de resíduos e de matéria orgânica, liberando nitrogênio e fósforo, que são nutrientes essenciais para as plantas.

O calcário é um recurso abundante no país, possui diversas reservas espalhadas pelos estados e o seu uso é muito incentivado devido aos diversos benefícios técnicos e de melhoria de solo, além de ser uma prática considerada de alto retorno econômico. A tomada de decisão para a correção da acidez do solo deve ser embasada nos resultados de análises do mesmo, realizado em laboratório, que indicarão o tipo e a quantidade adequada de calcário a serem aplicados em cada talhão da lavoura.
Um dos problemas mais comuns no processo de calagem de solo é a negligência no que se refere à técnica, doses certas e formas de aplicação de calcário no solo. É habitual identificarmos lavouras que receberam adubação sem uma prévia correção da acidez do solo, já em outras pode-se observar a utilização de doses de calcário acima do recomendado.

Apesar de ser uma prática comum na agricultura, alguns cuidados devem ser observados para que se tenha o retorno esperado e se consiga o a correta correção da acidez do solo. Muito dos possíveis erros que ocorrem nesses processos, se devem à forma errada de coletar amostras de solo para a análise. O processo passa pela necessidade obrigatória de realizar uma correta e qualificada análise de solo, com atenção ao procedimento de coleta de amostras, análise em laboratórios de qualidade, interpretação correta do nível de fertilidade, regulagem adequada do distribuidor de calcário, compra do calcário recomendado com a melhor relação de PRNT (poder relativo de neutralização total) e PN (poder de neutralização) possível e, ainda, a uniformidade na distribuição.

Na agricultura de precisão são realizadas análises de solo em laboratórios para identificar as doses de calcário que devem ser utilizadas em cada área da lavoura e assim obter a neutralização completa dos elementos tóxicos e garantir uma maior produtividade de cada cultura. Assim, através do mapeamento do solo e a aplicação em taxa variável, os talhões recebem calcário de acordo com a necessidade, podendo, dessa forma, obter resultados mais produtivos do que na aplicação em taxa fixa de modo geral.

Entenda como o mapeamento da colheita pode auxiliar na produtividade das lavouras

É indiscutível os benefícios que a agricultura de precisão proporciona aos agricultores, com ela, é possível fazer um gerenciamento detalhado do sistema de produção agrícola, não somente de aplicações de insumos e mapeamentos diversos, mas de todos os processos que envolvem a produção, semeadura mecanizada das culturas trazendo informações sobre a lavoura em tempo real ao agricultor, auxiliando na tomada de decisões mais assertiva.

Neste contexto, o mapeamento da colheita demonstra grande potencial de auxílio para os agricultores, que conseguem compilar informações relativas à produtividade, identificar zonas de baixo potencial produtivo, criar um histórico de mapas de colheita, assim como coletar dados sobre umidade, elevação, velocidade de colheita e perdas de grãos, além de fazer o georreferenciamento desses dados coletados adicionando as características da safra colhida.

A geração e a interpretação de mapas de produtividade de culturas é um dos segmentos da agricultura de precisão que tem recebido atenção de pesquisadores e de fabricantes de máquinas agrícolas devido a sua importância no contexto do entendimento do processo da variabilidade espacial da produção agrícola e na definição de ações de manejo que visam o aumento dos índices de produtividade e rentabilidade da lavoura.

Para o agricultor, é fundamental identificar as áreas que respondem à melhor gestão da tecnologia, por exemplo, algumas áreas de baixo rendimento podem apresentar maior produtividade se as doses de fertilizantes forem corrigidas conforme necessidade, enquanto outras áreas com as mesmas características podem ter respostas diferentes em razão da qualidade física, química e biológica de solo e isso só é possível ser verificado com o auxílio do mapeamento de colheita.

Ou seja, o mapeamento da colheita apresenta detalhes da produtividade das culturas, fornece parâmetros para diagnosticar e corrigir as causas do baixo rendimento em algumas áreas do campo e ainda estudar as razões pelas quais o desempenho é maior em pontos distintos. Com essas informações e o mapeamento da produtividade em mãos é possível construir um banco de dados do rendimento da lavoura e assim tomar decisões assertivas, identificar zonas de manejo e determinar as taxas variáveis de insumos, corretivos e fertilizantes que deverão ser aplicadas no solo.

Condições climáticas no Rio Grande do Sul exigem atenção dos agricultores

Entramos oficialmente a menos de um mês no inverno e já estamos vivenciando os sinais desta estação.

A previsão de um inverno com temperaturas amenas e precipitações na média histórica pode favorecer o cultivo do trigo em nossa região, que concentra cerca de 90% da produção do cereal, segundo institutos de pesquisas. Todavia, o cenário também exige um planejamento na semeadura, com o intuito de ser evitado as perdas por geadas nos períodos de maior risco da cultura.

Em algumas regiões, o trigo já está em período de finalização do seu plantio, mas de modo geral, a semeadura deste grão, varia do início de maio até o final de julho, nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, considerando as diferenças regionais de clima, solo e ciclo das cultivares.

Segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), no trigo, diferentes causas associadas ao clima, podem afetar os rendimentos da lavoura, como a geada no florescimento ou no espigamento, seca após a semeadura e na fase de enchimento de grãos, excesso de chuvas na colheita, além do aparecimento de pragas e doenças. Mas a condição climática ainda é um dos fatores mais preocupantes, por ser um fator natural, sem controle humano.

A condição de clima subtropical do Sul do Brasil, desafia a produção de cereais de inverno, justamente, por ser uma região naturalmente úmida e sujeita a temperaturas mais baixas nesta estação, estendendo-se até o início da primavera, com formação de geadas, e, ao mesmo tempo, podendo ser assolada por temperaturas elevadas e clima seco.

Ainda segundo o ZARC, para este ano, a expectativa é de um clima favorável aos cultivos de inverno, com temperaturas amenas e precipitações na média histórica, chegando a 100mm/mês. E, é neste cenário, que o risco pode estar associado às baixas temperaturas, capazes de ocasionar geadas que, conforme o estágio da lavoura, pode resultar em perdas significativas no trigo.

 

Acompanhamento técnico em todo o processo garante maior assertividade aos agricultores

A busca por qualidade, produção de alimentos e sustentabilidade vem sendo um dos assuntos mais discutidos na sociedade atualmente. E com toda certeza, o agronegócio é um dos setores que mais pauta essas discussões.

Um dos aspectos indiscutível do agronegócio brasileiro é que ele tem sido a roda motriz da economia, como por exemplo, em 2018, representou 21% de todo o PIB do país, isso traz reflexos diretos e indiretos à economia, se devendo a utilização de tecnologias que maximizam a eficiência das cadeias produtivas.

Entendendo a importância deste setor, bem como, a necessidade dos agricultores produzirem mais, explorando o máximo potencial produtivo de suas lavouras, a AgroPrecision, vem buscando alternativas inteligentes para auxiliar neste processo. Um exemplo disso é o acompanhamento técnico do cliente durante todo o caminho do mesmo dentro da empresa, desde a negociação que é realizada por uma equipe de consultores tecnificados, até o processo de coleta, aplicação e entrega dos mapas, tudo, realizado por profissionais qualificados, capazes de orientar os clientes em cada dado levantado.

Além disso, a AgroPrecision, em seus 15 anos de atuação, busca a constante qualificação profissional da sua equipe, com o objetivo de munir os seus colaboradores com informações precisas, para instruir os clientes a partir de dados e não de opiniões.

O resultado de toda essa busca pela excelência técnica em cada etapa do cliente dentro da empresa é visto diretamente na produtividade de cada lavoura, com resultados reais e informações que permitem ao agricultor fazer escolhas mais assertivas.

Faça parte deste time de altas produtividades!

(55) 3326 4650 | www.agroprecision.com.br | atendimento@agroprecision.com.br

Semeadura do trigo

8º Workshop AgroPrecision

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