Plano Safra

Qual a importância da tecnologia de dados nas lavouras?

O agronegócio é um setor com demanda ampla e constante, e para auxiliar o produtor rural a suprir suas necessidades, diversas tecnologias surgem a todo momento, com o objetivo de otimizar seu trabalho e gerar novas formas mais ágeis e assertivas de realizar as tarefas no campo. Para isso, a inteligência de dados na lavoura tem sido uma das ferramentas mais importantes para colher bons resultados.

Aqui na AgroPrecision, entendemos que a inteligência de dados no agronegócio é a transformação de dados em informações inteligentes que irão melhorar a estratégia e a tomada de decisões nas lavouras. Ou seja, através da nossa tecnologia do mapeamento da fertilidade do solo de uma lavoura, por exemplo, conseguimos coletar mais de 1000 kilobytes informações da área amostrada, entregando detalhadamente cada dado e a interpretação dos mesmos aos nossos clientes.

Através desta coleta de dados, nossa equipe de inteligência cria mapas de fertilidade química do solo, e por meio destes mapas, entregamos aos clientes, soluções para corrigir as deficiências e excessos de nutrientes em cada talhão da lavoura. Dessa forma, a eficiência na utilização de um fertilizante ou corretivo é melhorada, tendo por consequência o aumento do potencial de produtividade das áreas que recebem este tratamento.

Com estas informações, o agricultor terá em suas mãos a possibilidade de fazer escolhas mais assertivas, melhorando a eficiência da sua propriedade e podendo inclusive, realizar melhores negociações na compra exata de corretivos e fertilizantes para a sua lavoura.

Pensando nisso, já está disponível o nosso Plano Safra 2020/2021 AgroPrecision, que permite ao produtor, se preparar para o plantio da safra de verão, tendo tempo hábil para as corretas decisões baseadas em dados e não opiniões.

 

Plano Safra 2020/2021 AgroPrecision

O Plano Safra, tem sido uma alternativa eficiente para milhares de agricultores no Brasil por se tratar de um benefício que permite ao agricultor se preparar para o plantio e aguardar até a colheita, fazendo o pagamento dos investimentos na lavoura após esse período, garantindo assim, a continuidade da produção no campo e o abastecimento de alimentos no país, durante e após a pandemia do novo Coronavírus. 

E é justamente pensando neste contexto, na busca por auxiliar os produtores rurais, acreditando que planejar e ter informações precisas em mãos sobre a fertilidade do solo, permite aos agricultores ter mais tempo para analisar os seus investimentos, bem como tomar decisões mais assertivas, que está disponível o nosso Plano Safra 2020/2021.

Segundo dados do Ministério da Agricultura, para o Plano Safra 2020/2021, o governo disponibilizou R$ 263,3 bilhões para apoiar a produção agrícola nacional, chegando a uma alta de 6,1% (mais R$ 13,5 bilhões) em relação à safra anterior.

Os diretores da AgroPrecision, Leonardo Rossato e Rodrigo Rossato, explicam que o Plano Safra AgroPrecision, garante uma série de benefícios aos agricultores que desejam fazer o mapeamento da lavoura e aplicaes em taxa fixa ou variável e investir em um bom planejamento antecipado, destacando que estes produtores ao buscarem os serviços da empresa estarão garantindo ao solo que receberá a próxima cultura, ser mapeado antes do plantio da soja, proporcionando ao agricultor tempo hábil para negociação de corretivos e fertilizantes, utilizando e sabendo as doses corretas de cada produto.

Deste modo o produtor pode programar a melhor compra de fertilizantes e corretivos durante o desenvolvimento da cultura de verão – evitando o excesso ou falta dos mesmos e tendo o benefício da programação da compra antecipada.

Com o Plano Sagra AgroPrecision, o pagamento dos serviços poderá ser realizado somente no próximo ano, permitindo assim, uma avaliação mais detalhada e uma tomada de decisão mais assertiva sobre o cuidado com a lavoura.

A produtividade do verão é reflexo do que foi realizado no inverno

O plantio de culturas de inverno é fundamental para a cobertura do solo e para fazer a rotação de culturas na lavoura. 

Esse processo contribui para reduzir o estresse do sistema do solo, planta e microrganismos, ajudando na redução de plantas daninhas resistentes a herbicidas, reduzindo a incidência de pragas e, consequentemente, a utilização de inseticidas, herbicidas e fungicidas. Além disso, a cobertura de inverno, auxilia no processo de mineralização do nitrogênio no solo e ciclagem de nutrientes.

A cobertura de solo faz parte de um planejamento de cada propriedade e influencia diretamente no potencial produtivo das culturas de verão. As principais culturas de inverno com finalidades econômicas plantadas aqui na região sul são trigo, aveia, azevém, canola e cevada. Especialistas afirmam, que nos últimos anos, vem se tornando difícil manter a rentabilidade destas culturas, porém seu papel na conservação do solo, rotação de culturas e manutenção do plantio direto é essencial.

Outra oportunidade da cobertura de solo bastante utilizada nas lavouras, sem a finalidade de colheita, é o uso de policultivos. Esta opção de rotação de culturas de inverno, prima pela mistura equilibrada de diversas plantas de cobertura com o objetivo de produzir o máximo de matéria seca possível com uma ciclagem de nutrientes maior e direcionada para a cultura de verão que virá em sucessão. Assim, tem-se um retorno econômico maior na cultura de verão e com maior rentabilidade.

O planejamento de toda propriedade que visa maior produtividade no verão, deve iniciar na utilização de culturas de cobertura no inverno e com correções de fertilidade necessárias, ou seja, o investimento no inverno irá refletir diretamente na produtividade do verão, por isso é importante visualizar o solo como um sistema, no qual é necessário realizar o manejo correto, para quebrar o ciclo de pragas, plantas daninhas, doenças e buscar a restituição do equilíbrio entre nutrientes já no inverno. Dessa forma é possível aumentar as possibilidades de sucesso de colheita na cultura de verão.

Conhecimento e informação

Pavilhão AgroTech AgroPrecision é confirmado para a próxima edição da Feira Nacional do Trigo de Cruz Alta

No ano de 2019, um espaço totalmente diferenciado chamou a atenção dos visitantes da XV Feira Nacional do Trigo de Cruz Alta (Fenatrigo), o Pavilhão AgroTech AgroPrecision. 

Reunindo 34 empresas ligadas diretamente ao agronegócio, a tecnologia e a informação, o Pavilhão teve como objetivo oportunizar negócios, trocas de experiências e compartilhamento de conhecimento. O coordenador do Pavilhão AgroTech no ano de 2019 e sócio da AgroPrecision, Rodrigo Rossato, comenta que a primeira edição do espaço teve como principal propósito, reunir marcas expressivas no mercado do agronegócio, que fossem capazes de surpreender os agricultores e demais visitantes, com suas soluções para o setor. 

Já para a próxima edição da Fenatrigo, que será realizada em 2021, o responsável pela coordenação do Pavilhão será o sócio da AgroPrecision, Leonardo Rossato, que recebeu o convite do presidente da Feira, Moacir Medeiros, com entusiasmo para dar continuidade ao sucesso da primeira edição. Neste contexto, Leonardo Rossato, destaca que o ano de 2020 está sendo para amadurecer o conceito do Pavilhão AgroTech AgroPrecision e que diversas reuniões, estão sendo pautadas pelo desafio de surpreender novamente o público. 

O coordenador destaca ainda, que a organização do espaço já está em andamento, tanto no que tange ao planejamento, quanto a comercialização dos estandes, que em 2021, contará com Pavilhão inteiro dedicado ao agronegócio. 

“Nossa maior preocupação, está sendo manter o mesmo nível que já construímos em 2019, com marcas importantes no setor do agronegócio, trazendo tecnologia, conhecimento e informação técnica para os agricultores. Além disso, muitas novidades estão sendo preparadas, tudo, para que possamos fomentar o agro da nossa região.” – Leonardo Rossato. 

Importantes cuidados na hora de realizar a aplicação de defensivos agrícolas

Um bom planejamento para todos os processos que permeiam desde o plantio até a colheita, ainda é um dos fatores que mais interferem na produtividade das lavouras. 

A falta de planejamento para a aplicação de defensivos agrícolas é uma das problemáticas que ainda é realidade nas lavouras brasileiras. Este planejamento pode determinar o desenvolvimento de cada cultura e causar grandes perdas de produtividade, sendo que pesquisas apontam que essas perdas podem chegar a 12 sacas por hectare nos casos em que a área foliar não esteja boa no período de enchimento dos grãos.

A equipe técnica da AgroPrecision, orienta que além do planejamento para a aplicação de defensivos na lavoura, o ideal é saber a hora certa de aplicar esses produtos, identificando quanto de área foliar estará sendo pulverizada, bem como o estágio da cultura, qual planta daninha, praga ou doença está atacando a mesma e, que para isso é preciso tomar a decisão rapidamente utilizando o produto correto para assim evitar danos a cultura.

Outro fator determinante na hora da aplicação dos defensivos é ter cuidado no cálculo da quantidade de cada produto. No mercado estão disponíveis diversos simuladores e tabelas que auxiliam o agricultor a verificar se a quantidade de produto e a velocidade de aplicação estão adequados para a necessidade da lavoura. 

Além disso, atualmente, existem diversas consultorias especializadas em qualidade de aplicação, regulagem de pulverizadores e análise da qualidade e volume de gotas que atingem o alvo, fatores que merecem uma orientação técnica precisa, afinal, uma indicação da quantidade de cada defensivo é determinante para garantir o desenvolvimento saudável do cultivo.  

Como a análise do solo pode auxiliar na otimização dos recursos financeiros nas lavouras?

O agronegócio brasileiro se tornou um dos setores mais importantes no que tange a movimentação da economia no país, exemplo disso, está no dado divulgado pelo site CNA Brasil, demonstrando que em 2019, a soma de bens e serviços gerados no agronegócio chegaram a R$ 1,55 trilhões, representando 21,4% do PIB do Brasil. 

Mas para que esses resultados aconteçam de forma eficiente, o agricultor passou a ter uma grande responsabilidade acerca do seu potencial produtivo em suas lavouras. Dessa forma, diversos procedimentos começaram a ser discutidos para melhorar cada processo da ‘porteira para dentro’, desde o planejamento até a colheita.

Cada cultura exige uma atenção e um cuidado diferente, demandando que o agricultor busque ferramentas e alternativas que possam garantir uma excelente produtividade, focando principalmente, em recursos que sejam capazes de assegurar precauções quanto às percas no cultivo. 

Os engenheiros agrônomos Leonardo Rossato e Rodrigo Rossato, comentam desde 2005, a AgroPrecision vem buscando otimizar esses recursos, atualizando-os e melhorando-os em cada processo, como no mapeamento da fertilidade do solo.  A partir deste mapeamento é gerado um diagnóstico preciso das necessidades de nutrientes do solo, permitindo ao agricultor ter a possibilidade de escolher a melhor alternativa de fertilizante e dose deste para a sua lavoura.

A análise química do solo é fundamental para o produtor conhecer a real necessidade em quantidade e tipo de nutriente que o solo precisa. Através da coleta de solo georreferenciada é criado mapas de fertilidade química e através destes mapas, corrigir as deficiências e excessos destes nutrientes em cada local. Dessa forma, a eficiência na utilização de um fertilizante ou corretivo é melhorada, tendo por consequência o aumento do potencial produtivo das áreas que recebem este tratamento.

O mapeamento detalhado do solo, além de determinar a quantidade de macronutrientes como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre, que são os mais exigidos pela planta, também detectam os micronutrientes, como zinco, ferro, magnésio, entre outros, exigidos em menor quantidade, mas que também são importantes para a boa produtividade.

Saber precisamente o que o solo necessita é de extrema relevância, para assegurar um potencial produtivo maior, a partir do mapeamento da fertilidade do solo, diversos problemas podem ser evitados, gerando assim, otimização dos recursos financeiros e a máxima produtividade da cultura. 

A agricultura de precisão pode reduzir cerca de 19% dos custos fixos da lavoura

Com as diversas transformações que a moderna agricultura vem passando nas últimas décadas, a mesma se tornou uma atividade altamente competitiva. Dessa forma, o agronegócio começou a exigir dos agricultores um alto grau de aperfeiçoamento e de profissionalização nas técnicas que envolvem a produção rural, visando maximizar a produtividade de cada cultura.

Em virtude das demandas no cenário do agronegócio, o mercado passou a oferecer várias alternativas para aumentar a capacidade produtiva e administrativa nas lavouras. Isto em função dos constantes riscos que o agricultor está exposto e que definem o sucesso da produção agrícola. Sendo assim, tornou-se fundamental que o agricultor tenha eficiência na aplicação dos recursos disponíveis como forma de assegurar a produtividade em sua atividade. Assim, a obtenção de informações sobre os fatores que interferem na lavoura e de como se pode maximizar os seus efeitos, se tornou cada vez mais relevante.

Para suprir essas necessidades, uma tecnologia foi incorporada nos processos da lavoura, a Agricultura de Precisão (AP) que surgiu como um sistema de gerenciamento de informação. Tendo seu crescimento potencializado a partir de avanços da tecnologia de referenciamento e posicionamento, como o GPS e de tecnologias de sensoriamento remoto.

A Agricultura de Precisão passou por diversos aperfeiçoamentos ao longo dos anos, tanto da própria ferramenta, quanto de quem a opera, exigindo alta qualificação profissional. Com essas questões alinhadas, a AP começou a gerar grandes resultados para os agricultores.

A partir das ferramentas AP o agricultor consegue captar muitos dados estratégicos e obter o fácil monitoramento da sua lavoura, o que consequentemente, aumenta as possibilidades de acerto, e, acertando mais, logicamente, terá uma diminuição nos custos da produção. 

Sendo assim, a Agricultura de Precisão comprova sua eficiência, ao reduzir aproximadamente 19% dos custos fixos da lavoura, pois se analisarmos uma de suas ferramentas, que é o mapeamento da fertilidade do solo, ele melhora a distribuição dos fertilizantes e corretivos, podendo reduzir significativamente os custos do produtor. 

 “Uma possibilidade que existe quando se faz o mapeamento de fertilidade do solo é a melhor distribuição dos fertilizantes e corretivos, podendo reduzir significativamente os custos do produtor. E, se em uma lavoura tivesse que ser aplicado uma tonelada ‘x’ de calcário ou adubo, mas a área em questão está mapeada e sua fertilidade é muito boa, então, é possível realocar esses recursos ou talvez reduzir um pouco a adubação, por exemplo.” – explica o engenheiro agrônomo Rodrigo Rossato.

Aplicação em taxa variável auxilia na otimização dos custos da lavoura

Diferentemente de algumas estratégias utilizadas na agricultura, onde o objetivo é trabalhar com médias, como a adubação da lavoura, pulverização para controle de plantas daninhas, população de plantas e de rendimento, a aplicação em taxa variável na Agricultura de Precisão e digital considera a variabilidade espacial da fertilidade do solo e prescreve a taxa de insumos de acordo com a necessidade de cada subárea específica.

O processo tem início com a necessidade primária de ter feito o mapeamento da fertilidade do solo. Com este mapa, pode-se programar a aplicação dos fertilizantes ou corretivos no controlador de taxa variável do caminhão, fazendo com que o GPS instalado reconheça a posição geográfica de cada dose recomendada no mapa, e assim, aplique com a máxima precisão no local indicado. 

O equipamento vai obedecer ao mapa de aplicação inserido no controlador, mas fatores como a qualidade do fertilizante ou corretivo, granulometria, teor de umidade, fonte utilizada e vento devem ser observados para que ocorra uma boa distribuição destes produtos. Por isso, sempre é importante que ocorra a regulagem da faixa de aplicação e verificação desta após um determinado tempo de trabalho.

A aplicação em taxa variável pode ser feita conforme a necessidade de cada nutriente do solo no local exato e utilizando o melhor adubo para suprir esta deficiência. Ultimamente, se tem agregado a possibilidade de trabalhar também com taxa variável de nitrogênio. Assim, a utilização do nitrogênio é otimizada com esta ferramenta, pois através de mapas, sensoriamento remoto e algoritmos é possível melhorar a eficiência e aproveitamento deste nutriente, reduzindo o potencial de perdas para o ambiente e melhorando a rentabilidade.

A aplicação em taxa variável oferece diversos benefícios para quem investe nesse serviço, dentre eles destacam-se a racionalização do uso de insumos evitando desperdícios, aumento da eficiência promovendo um menor impacto ambiental, além, é claro, de aumentar a produtividade. 

Ou seja, o aumento da eficiência produtiva é necessário em todas as etapas da condução de uma lavoura de máxima produtividade, por isso a aplicação em taxa variável é tão importante para que os agricultores tenham melhor performance produtiva, contribuindo para aumento da rentabilidade por hectare, evitando desperdícios e melhorando os resultados finais.  

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