A rentabilidade da Agricultura de Precisão aplicada em sistemas cooperativos do RS

A tecnologia adotada pelo uso das máquinas com GPS e a geração de mapas de produtividade são benefícios que estão relacionados com a variabilidade encontrada nas lavouras e que são utilizados na agricultura de precisão. O uso deste tipo de manejo na lavoura garante um nível muito maior de acertos e ganhos na produtividade comparado ao manejo tradicional que não olha para a variabilidade dos talhões da lavoura e faz a aplicação de insumos de maneira geral. Um estudo realizado em 2017 pela equipe da agricultura de precisão da cooperativa Integrada do Paraná, coletou amostras de solo de mais de 12.900 hectares em áreas de cooperativa nas regiões sudeste e sul do país e concluiu que a adoção da agricultura de precisão tem ajudado a elevar em até 90% os índices de produtividade em solos corrigidos.

Antigamente, a agricultura de precisão utilizava apenas máquinas com receptores GPS e geração de mapas de produtividade. Hoje, se tornou uma medida de gestão de toda a propriedade rural, podendo ser utilizada em todas as cadeias produtivas do setor do agronegócio. Esse avanço da agricultura de precisão se reflete diretamente no aumento da rentabilidade dos produtores. O mapeamento do solo e a coleta de amostras revelam ao agricultor que ele não precisa fazer a aplicação de insumos e calcário na mesma dosagem em toda a área, mas que com a aplicação em taxa variável ele tem muito menos perda de produto, consequentemente menos gastos e ainda tem a garantia de uma máxima produtividade da área.

Alguns agricultores ainda não tem uma cultura de gerar e registrar informações sobre a lavoura e o manejo utilizado na propriedade, o que dificulta o processo de quantificar dados de indicadores em nível de produtor. Um estudo sobre a viabilidade técnica e econômica da agricultura de precisão no Sistema Cooperativo do Rio Grande do Sul realizado pela Direção da CCGL TEC em conjunto com o Conselho Técnico de Grãos teve o objetivo de reunir informações na forma de estudos de casos de produtores associados de cooperativas, relativos aos custos envolvidos na adoção de tecnologias e os ganhos com aumento da produtividade e/ou redução de custos, comparado à forma convencional que o produtor utiliza para o manejo da lavoura.

Os resultados apresentados por este estudo mostraram que apesar de que a adoção da agricultura de precisão em termos de ganhos em produtividade e/ou redução de custos estarem relacionados à variabilidade encontrada nas lavouras e ao nível de acerto que tecnicamente podem ser obtidos nas diferentes fases do processo, o retorno econômico ao produtor foi positivo, variando de 9,2% a 13,7%, na média de 11,7%.

O artigo completo contendo todas as informações e detalhes deste estudo realizado em sete situações de lavouras de produtores associados das cooperativas, pode ser lido em: https://goo.gl/jZ2G9S.

 

Projeto Pescar – o futuro das gerações está nas mãos das empresas locais

A Fundação Projeto Pescar existe no Brasil desde 1995 e tem como missão, promover oportunidades de desenvolvimento pessoal, cidadania e iniciação profissional para jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio de parcerias com empresas e organizações do Projeto Pescar. Em Cruz Alta uma unidade do projeto foi instalada junto à Associação Comercial e Industrial da cidade e a AgroPrecision abraça a causa desses jovens se tornando uma empresa mantenedora deste projeto que forma mais de 2000 jovens e adolescentes por ano no país.

Em Cruz Alta, a primeira turma do Projeto Pescar está realizando as atividades de aulas desde o mês de julho deste ano, são 15 jovens de 16 a 19 anos que participam do Projeto realizado na sede da ACI. Muito mais do que aprender técnicas e processos, esse projeto destaca-se pela formação cidadã desses jovens, que são inseridos em contextos diferentes da sua realidade.

A AgroPrecision decidiu investir no Projeto Pescar porque acredita que essa é uma maneira de contribuir para o desenvolvimento social, e, podendo ainda, auxiliar no processo de descobertas de grandes profissionais.  

As articulações com empresas mantenedoras do Projeto Pescar em Cruz Alta começaram a ser feitas em 2017 pela empresária Patrícia Librelotto. No total, já são oito empresas que decidiram apostar na educação como forma de mudar o mundo e a realidade de jovens em situação de vulnerabilidade social. Essas empresas acreditam que é possível conquistar um futuro melhor para todos através da oferta gratuita de cursos de iniciação profissional e desenvolvimento humano dos jovens e suas famílias, fortalecendo a cidadania e construindo uma sociedade mais solidária e de pessoas e organizações com ações transformadoras.

Na próxima sexta-feira, 17, a unidade Pescar Cruz Alta vai proporcionar uma atividade diferente para os alunos e empresas que juntos fazem o projeto acontecer no município. Um encontro entre os apoiadores e participantes dessa ação será realizado na sede da ACI como forma de agradecimento e em reconhecimento às empresas que, desde o ano passado, mantém o Pescar em funcionamento e se preocupam com as pessoas e o futuro da comunidade cruz-altense.

Fósforo – um macronutriente essencial

O fósforo é altamente móvel nas plantas e conforme a mesma amadurece, o nutriente é transloucado para as áreas “drenos” que necessitam de alta energia para a formação de sementes e frutas.

Safra 2018/19 – como reduzir custos com insumos usando a agricultura de precisão

 

Uma notícia que recebeu destaque no setor do agronegócio neste início de agosto fala sobre o aumento dos custos com fertilizantes e pesticidas em cerca de 20% para os agricultores na safra de soja 2018/19, segundo o site Agrolink.  De acordo com Guilherme Bellotti, analista sênior do banco de investimento Itaú BBA “esse aumento de custos provavelmente reduzirá as margens de lucro para os agricultores”.

O foco do agricultor está voltado para obter a máxima produtividade da lavoura e para isso precisa da disponibilidade de mais recursos financeiros que o ajudem a cobrir o investimento mais alto com insumos. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, anunciou um valor de mais de 194 bilhões para o Plano Safra 2018/2019 que podem ser acessados pelos produtores entre 1º de julho de 2018 até 30 de junho de 2019. De acordo com o governo, cerca de R$ 151,1 bilhões vão para o crédito de custeio, sendo R$ 118,8 bilhões com juros controlados e R$ 32,3 bilhões com juros livres. O crédito para investimentos ficou em R$ 40 bilhões. Com esse valor, o governo consegue atender programas como o Moderfrota, o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro).

Com custos de produção elevado, o agricultor pode passar a tomar decisões que reduzam a produtividade da lavoura e fazem com que o rendimento da mesma seja menor e consequentemente o lucro a ser obtido. O agricultor que utiliza a agricultura de precisão como forma de gestão da propriedade rural, tende a ser menos prejudicado com esse aumento no preço dos insumos. Isso porque a agricultura de precisão realiza o manejo de insumos através da aplicação em taxa variável em zonas específicas da lavoura, de acordo com os mapas de fertilidade gerados otimizando assim a utilização destes insumos. O agricultor que faz aplicação de insumos em taxa fixa na lavoura, não otimiza a utilização dos fertilizantes, por exemplo, porque não existe uma análise das necessidades específicas de cada local da lavoura, mas sim uma informação generalizada do todo.   

O manejo em taxa variável, disponível para os agricultores através da agricultura de precisão, considera a variabilidade espacial de atributos do solo e prescreve, através dos  mapas de fertilidade, a taxa de insumos que deve ser aplicada em cada local da lavoura e para atender as necessidades nutritivas do solo e da planta. Na AgroPrecision esse processo se dá a partir da inserção do mapa de aplicação de fertilizantes ou de corretivos no controlador de taxa variável do caminhão, a partir disso o GPS instalado reconhece a posição geográfica de cada dose recomendada no mapa e faz a aplicação com a máxima precisão no local indicado.

AgroPrecision presente no Seminário A Voz do Campo

– empresa leva para o evento sua revista em parceria com a Agrocampo –

Sob o tema “A família do agro reunida”, a quinta edição do seminário A Voz do Campo iniciou hoje e se estende até quarta-feira na cidade de Gramado (RS). O evento já é consolidado entre os empreendedores do setor do agronegócio do nosso país e traz palestras com especialistas de solo, manejo, comercialização e lucratividade, levando informações importantes para o agricultor que busca alcançar o rendimento máximo da lavoura.

A AgroPrecision está representada no V Seminário A Voz do Campo através do Engenheiro Agrônomo e sócio da empresa, Rodrigo Rossato. Na ocasião, ele faz o ‘lançamento’ da Edição Especial da Revista Agrocampo, na qual estão todas as informações a respeito de mais um Workshop de sucesso AgroPrecision.

O 6º Workshop AgroPrecision levou até o Clube Arranca em Cruz Alta, mais de 450 pessoas para discutirem acerca das mais recentes tecnologias voltadas a rentabilidade da lavoura, no que se trata de manejo, nutrição de plantas e cuidado com o solo.

Nesta edição, da Revista Agrocampo, são mais de vinte páginas que trazem todos os detalhes do 6º Workshop AgroPrecision, incluindo um resumo das palestras ministradas por especialistas brasileiros e um palestrante internacional. Em suas páginas o leitor confere também as tecnologias apresentadas por parceiros do evento e informações sobre as startups brasileiras que estão conquistando cada vez mais espaço e importância no que tange a gestão da propriedade rural.

“Eu acredito que esse diferencial da AgroPrecision, em concretizar o que foi discutido no Workshop, vem a somar ao sucesso do evento. Poder compartilhar esse material no Seminário A Voz do Campo, vem ao encontro do nosso propósito, que é levar informação relevante às pessoas.” comenta o Engenheiro Agrônomo Rodrigo Rossato.

Área Experimental AgroPrecision

Um estudo em uma área experimental de mais de 70mil m², aplicando mais de 130 tratamentos neste espaço.

Mapa de fertilidade do solo aliado ao planejamento da lavoura para as culturas de verão

Em uma lavoura existem variações de fertilidade, tipos de solo, relevo, vegetação e histórico de uso. Diferentemente do que acontecia há alguns anos, no manejo com a agricultura convencional, onde o agricultor tratava a lavoura ou o talhão de maneira uniforme, hoje, por meio da agricultura de precisão (AP), cada região é tratada de maneira diferente, conforme as potencialidades e necessidades detectadas através da amostragem de solo.  Com o avanço das tecnologias em AP é possível constatar que as variações também existem dentro de um talhão e essas são chamadas de variabilidade espacial.

Especialistas confirmam que a agricultura de precisão é uma das formas de gestão mais eficientes em propriedades rurais pois objetiva aumentar o retorno econômico do agricultor e diminuir os riscos e danos causados ao meio ambiente, otimizando a utilização de agroquímicos, sementes, corretivos e fertilizantes e ainda, melhor gestão da irrigação. Dessa forma, tem-se uma maior produtividade e rentabilidade de cada talhão da lavoura.

Nesta época do ano é importante que o agricultor possa ganhar tempo em fazer o planejamento da lavoura para o plantio de culturas de verão. Uma ótima alternativa para esse planejamento é o mapeamento de fertilidade do solo, que auxilia a identificar as lavouras com maior potencial e as necessidades referentes à aplicação de calcário e fertilizantes em taxa variável de cada talhão. Para conseguir informações mais precisas sobre cada área e subárea da lavoura, é preciso fazer a amostragem de solo. Assim, pode-se estabelecer quais serão as formas de correção de acidez e fertilidade do solo, bem como a reposição de nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas em fase inicial de germinação e crescimento.

As amostras de solo que são retiradas de diferentes áreas da lavoura são levadas para laboratórios para a realização de uma análise química. Através deste processo é possível determinar o grau de suficiência ou deficiência de elementos químicos do solo, além de mensurar as condições que possam prejudicar o desenvolvimento das plantas.

Todas as informações obtidas através da amostragem são utilizadas para a construção dos mapas de fertilidade do solo que são autoexplicativos e o agricultor consegue visualizar as necessidades de cada talhão da lavoura de forma fácil e rápida, podendo assim, tomar decisões mais assertivas.

Os mapas realizados pela AgroPrecision trazem ainda sugestões de correção de solo e indicam os melhores produtos a serem utilizados em determinadas culturas, buscando a máxima produtividade e eficiência econômica da propriedade.

Área Experimental AgroPrecision: a busca pela maior rentabilidade no inverno

Na lavoura o solo é o local onde estão armazenados os nutrientes essenciais para que a planta cresça e se desenvolva de maneira a conseguir maior produtividade e com qualidade para entregar rentabilidade ao agricultor. As tecnologias e inovações que são criadas para a agricultura diariamente, agregam e aumentam o potencial produtivo da lavoura e, ao mesmo tempo, as empresas precisam estar atentas a todo esse desenvolvimento, buscando alternativas, testando, pesquisando e criando meios que possam ligar a produção com práticas sustentáveis.

A AgroPrecision tem como missão viabilizar soluções qualificadas, inteligentes e sustentáveis que vão ao encontro da evolução do agronegócio e das pessoas. Por isso, desde 2017, vem fazendo experimentos e pesquisas em sua Área Experimental, aplicando tratamentos diferentes na cultura da soja, em 110 parcelas de uma área com mais de 70mil m² de lavoura.

Os trabalhos que estão sendo conduzidos na Área Experimental, nesta época do ano, são voltados às culturas de inverno com a cultura do trigo. O objetivo deste estudo é analisar o efeito residual de todos os tratamentos aplicados anteriormente na cultura da soja, entre eles doses diferentes de calcário, utilização de silício, correção de potássio, enxofre, e, entre outros. Tudo isso para que possa ser avaliado o potencial de investimento a ser feito pelo agricultor na cultura do trigo.

Sabe-se que o trigo é uma cultura de inverno que há alguns anos vem sendo discutida por profissionais, especialistas da área e agricultores, a respeito de sua rentabilidade. Por esse motivo é essencial que se tenham dados e informações de qualidade sobre o posicionamento de fertilidade deste cultivo e, assim, ter uma melhor eficiência produtiva e, consequentemente, aumentar sua rentabilidade.

De acordo com o Engenheiro Agrônomo da AgroPrecision, Rodrigo Rossato, a colheita destas parcelas de trigo será feita no mês de outubro e posteriormente serão realizadas as análises e estudos sobre a fertilidade e produtividade a cultura. A iniciativa de se aplicar estudos como este em uma área experimental se deu a partir da necessidade de entregar aos agricultores informações precisas e o detalhamento da lavoura, para que se tenha, a cada safra, um número menor de perdas de cultivo e uma maior rentabilidade.

“Realizar um estudo destes, em uma grande área, com espaço para fazer manejos em diferentes proporções e, assim, obter informações mais precisas e auxiliar o agricultor na tomada de decisões na própria lavoura é essencial. A AgroPrecision entrega aos clientes informações concretas e aplicáveis com a qualidade e confiança da agricultura de precisão, com o conhecimento da realidade local e regional das lavouras”. – comenta o Engenheiro Agrônomo Rodrigo Rossato.

O impacto da nutrição na produtividade da lavoura

A nutrição da planta é como um combustível necessário para que ela possa expressar o seu rendimento e está ligada ao crescimento vegetativo e desenvolvimento radicular. É através dos nutrientes absorvidos e translocados que a produtividade de uma lavoura pode ter o resultado positivo ou negativo. No caso da fase vegetativa, momento de estruturação da planta, os macros e micronutrientes devem estar presentes no solo de forma adequada para que os hormônios de crescimento sejam favorecidos e todo o desenvolvimento dos estágios vegetativos aconteçam de forma normal. Na fase reprodutiva, a nutrição é também fundamental para diminuir o estresse das plantas e formar os grãos com peso e qualidade adequados.

Por se tratar de época de entressafra, é possível dizer que este é o momento certo para que o agricultor faça o planejamento e construa a fertilidade adequada da sua lavoura para a próxima safra. Esta construção passa pela tomada de decisões baseadas nas informações que ele tem em mãos. Estes dados de solo podem ser gerados através de amostras de solo retiradas com critérios de qualidade amostral e analisadas em laboratórios confiáveis. Através das informações obtidas, é possível ter conhecimento sobre os nutrientes presentes no solo, e também estimar a quantidade e disponibilidade dos mesmos no solo, montando, assim, uma estratégia de manutenção ou correção dos níveis destes nutrientes para que as fases de desenvolvimento vegetativo e reprodutivo não sejam prejudicadas pela falta de algum nutriente. Com esses números em mãos o agricultor corre menos riscos de errar ao fazer a adubação do solo e calagem, além de ter informações precisas sobre cada talhão da lavoura e as doses a serem aplicadas com precisão.

A nutrição de uma lavoura não é algo tão visível aos olhos dos agricultores, comparado ao manejo de pragas e doenças, mas interfere diretamente no resultado da produção. Olhar para o solo e identificar o que realmente a planta precisa é muito difícil. São, no mínimo, 17 nutrientes que se relacionam entre solo e planta. Além disso o excesso ou a falta de cada um deles afeta no planejamento do produtor, que ao invés de fazer a compra pensando na adubação geral da lavoura, pode tratar cada hectare de acordo com a necessidade nutricional do mesmo, aumentando a eficiência da sua adubação e colhendo os resultados de rentabilidade que o mapeamento da fertilidade pode lhe entregar.

A época em que vivemos é muito diferente do passado onde havia um movimento maior de êxodo rural. Hoje a geração de filhos de produtores está voltando para as propriedades, trazendo as novas tecnologias que ajudam o agricultor na tomada de decisões mais assertivas, baseadas no diagnóstico laboratorial de análises de solo e planta. Assim, o agricultor deixa de lado aquela adubação tradicional e, baseado em informações, trabalha com planejamento de adubação e com a agricultura de precisão. Hoje não existe uma receita genérica para fazer o manejo nutricional de planta, o agricultor precisa ter parâmetros e informações para manejar cada a fertilidade, conforme cada momento da planta de acordo com a necessidade.

Pneus de alta flutuação: uma forma de minimizar a compactação do solo

O aumento e a evolução do maquinário agrícola utilizado nas lavouras geram o emprego de máquinas mais potentes e consequentemente, mais pesadas. O tráfego intenso destas na lavoura causa o fenômeno conhecido como compactação.  O cultivo intensivo do solo e o preparo em condições inadequadas formam camadas compactadas na superfície e oferecem resistência ao crescimento das raízes das plantas, além de modificar a estrutura do solo e alterar a disponibilidade de água, dos nutrientes e a difusão de gases. Um solo compactado afeta diretamente o desenvolvimento e a produtividade das culturas na lavoura e é visto geralmente em lavouras de plantio direto mal conduzidas.  

Uma das consequências mais drásticas da compactação do solo para as plantas envolve o crescimento radicular, que é a má formação estrutural das raízes, que prejudica a absorção de nutrientes e causa a baixa produtividade das culturas em um solo compactado. As plantas necessitam de volume de solo para que as raízes possam crescer, respirar e, dessa forma, absorver a quantidade de nutrientes e micronutrientes para garantir uma boa produção.

A compactação do solo é um processo físico que pode acontecer em todos os tipos de solos, mas em solos argilosos ela fica mais evidente, pois a porosidade e a permeabilidade do solo são reduzidas, a resistência é aumentada e mudanças físicas ocorrem em sua estrutura, como, por exemplo, a granulometria, alteração no teor de matéria orgânica, presença de macro e micrósporos e umidade do solo, gerando o estado de compactação inicial.

Dessa forma, sempre que possível, deve-se optar por entrar na lavoura com o índice ideal de umidade de solo e otimizar a utilização dos equipamentos dentro da lavoura, para evitar aumentar o adensamento do solo e diminuir a probabilidade de ter um baixo rendimento da cultura por este fator. Agregado a isso, a utilização de tecnologia aplicada ao maquinário pode ser utilizada, como a adaptação de pneus de alta flutuação, já oferecidos pela AgroPrecision em seus caminhões há mais de 13 anos, que evitam a compactação do solo e contam com a alta capacidade operacional.

“Em nossos serviços buscamos sempre a melhor tecnologia para o nosso cliente, prezando pela qualidade do resultado final, por isso, que investimos nessa tecnologia de pneus de alta flutuação, para maximizar a rentabilidade nas lavouras.” – Rodrigo Rossato, Engenheiro Agrônomo.

 

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