Taxa variável de semeadura auxilia na otimização dos recursos na lavoura

Uma das características essenciais da agricultura de precisão, na qual este tipo de manejo integrado de informações e tecnologias está apoiado, é o conhecimento da variabilidade espacial e temporal, além da capacidade produtiva do solo.

Os usuários das tecnologias de agricultura de precisão costumam realizar a aplicação de fertilizantes e corretivos em taxa variável e, após a aceitação deste método de manejo na agricultura, pode-se observar lavouras mais homogêneas e com produtividade superior ao percebido em lavouras de manejo tradicional, mostrando, assim, que a agricultura de precisão auxilia no aumento da produtividade da lavoura e, consequentemente, a rentabilidade na hora da colheita.

Aliado às aplicações em taxa variável de insumos e fertilizantes, a AgroPrecision vem desenvolvendo um trabalho específico e de alto desempenho através da aplicação em taxa variável de semeadura. Isso significa que esse método considera a variabilidade e a capacidade produtiva de cada talhão da lavoura, adequando o melhor ajuste de número de plantas por hectare. Esse ajuste é feito após uma análise detalhada dos mapas de fertilidade, potencial produtivo e particularidades regionais gerados na propriedade.

É no processo de plantio que se define o sucesso ou o fracasso de uma lavoura. Por isso, a semeadura deve possibilitar que a população de plantas de uma certa área cresça e se estabeleça de forma rápida e uniforme na terra, sendo que o processo entre semeadura, germinação, crescimento e maturação da planta dura cerca de quatro meses e todas as operações que podem ser realizadas na lavoura ficam sob responsabilidade do agricultor e do técnico que acompanha a gestão da propriedade.

Para analisar o potencial produtivo do solo, considera-se alguns fatores como a luz, a água, a temperatura, os nutrientes e qualidade do solo que estão associados à variabilidade da produtividade da safra e podem ser identificados através dos mapas de colheita e/ou imageamento de vantsdrones ou satélites realizados com agricultura de precisão e nestes mapas é possível distinguir áreas com potenciais produtivos diferentes. Com essas informações em mãos, o agricultor, com o auxílio da AgroPrecision e do consultor da área, tem a possibilidade de criar estratégias de manejo diferenciadas de acordo com as características e necessidades específicas de cada talhão.

Aumento de produtividade e redução de custos através da agricultura de precisão

A Agricultura de Precisão (AP) é uma das ferramentas que mais beneficia o agricultor, isso, em virtude da sua tecnologia avançada, que alia um sistema de dados com o monitoramento de cada área da lavoura.

Essa técnica já é utilizada por vários agricultores, no entanto, antes dos mesmos conhecerem ou utilizarem pela primeira vez, a dúvida recorrente é quanto de custos a AP ajuda a minimizar. Um exemplo muito simples é quando em uma lavoura é preciso aplicar uma quantidade de fixa de fertilizantes ou corretivos, no entanto, cada subárea já foi mapeada e diagnosticada com um bom nível de fertilidade do solo, assim, essa quantidade de produto já poderá ser controlada a ser aplicada naquela área em questão, diminuindo os custos em produtos, mão-de-obra e consequentemente, diluindo o custo fixo.

Outra forma de se reduzir custos com a AP é utilizar, por exemplo, piloto automático nos equipamentos agrícolas, fazendo com que o equipamento sempre seja otimizado, ou seja, ele sempre irá andar na largura de trabalho própria e no melhor sentido de trânsito possível.

Além disso, atualmente, há a possibilidade de otimizar a AP nos pulverizadores e semeadoras, com um sistema de desligamento de sessão, conforme o equipamento se desloca, ao chegar nas cabeceiras, a máquina vem se desligando na área já aplicada, ou seja, desliga linha a linha, não havendo sobreposição, diminuindo os gastos com adubo, sementes, fitossanitários e aumentando a produtividade e lucratividade.

Desse modo, quando se trabalha com Agricultura de Precisão de modo geral, teoricamente, sempre aumenta a produtividade, e, se aumenta a produtividade, diminui os custos fixos, porque se dilui esses custos em uma produção maior.

Importância da calagem para altas produtividades

Produtividade na lavoura através de um bom equilíbrio do solo

A agricultura, na atualidade, vem apresentando grandes desafios aos agricultores, colocando-os em situações de muita atenção, pois são fatores que impactam diretamente na rentabilidade das suas lavouras.

Um exemplo bem comum que os agricultores passam é o aumento no custo de produção advindos de diferentes processos, como a necessidade de modernização e/ou manutenção dos maquinários, mão de obra e combustíveis, além, é claro, do principal desafio, que é encontrar o equilíbrio em administrar de forma eficiente a fertilidade do solo e ter altos rendimentos com a performance da cultura plantada.

Diante de todos esses desafios, resta aos produtores o incremento de produtividade permanente, com o qual, segundo especialistas, seria necessário e possível traçar um objetivo de 5% a mais a cada ano para transpor tais barreiras.

Os desafios dos agricultores tornaram-se uma ‘via de mão dupla’, ao passo que aumentam gradativamente as adversidades no cotidiano agrícola, o mercado se modernizou e passou a oferecer novas ferramentas tecnológicas que proporcionam melhorias para o objetivo de incremento de produtividade; todavia, é preciso não esquecer da base principal, que dá origem a todo o restante: o equilíbrio químico, físico e biológico do solo. É justamente o solo que deve estar quimicamente equilibrado, fisicamente adequado e biologicamente ativo para proporcionar o fornecimento de nutrientes e condições de desenvolvimento de raízes capazes de sustentar todo o potencial produtivo que as cultivares possuem de genes quantitativos que geram maior produtividade.

Para isso, uma alternativa é o mapeamento da fertilidade do solo, uma vez que iniciado com a amostragem do solo é capaz de proporcionar o conhecimento mais detalhado da situação. A partir dessa amostragem é possível observar em que nível de fertilidade cada lavoura se encontra, verificando o que os manejos de vários anos de corretivos agrícolas, adubação, rotação de culturas, etc., influenciaram nesse mapeamento, tendo como objetivo principal identificar qual a maior necessidade de fertilidade.

Com o mapeamento de fertilidade do solo, são retiradas amostras, podendo observar cada subárea e sua necessidade, diminuindo o erro de recomendação da adubação, aumentando a eficiência dos fertilizantes através do grande número de dados gerados e analisados de forma inteligente pelo Programa de Adubação Inteligente (P.A.I.), otimizando a mão de obra, diluindo custos fixos, impactando na produtividade e na rentabilidade da lavoura.

Como a nutrição pode impactar na produtividade da lavoura?

A nutrição da planta é como um combustível necessário para que ela possa expressar o seu rendimento e está ligada ao crescimento vegetativo e desenvolvimento radicular. É através dos nutrientes absorvidos e translocados que a produtividade de uma lavoura pode ter o resultado positivo ou negativo. No caso da fase vegetativa, momento de estruturação da planta, os macros e micronutrientes devem estar presentes no solo de forma adequada para que os hormônios de crescimento sejam favorecidos e todo o desenvolvimento dos estágios vegetativos aconteçam de forma normal. Na fase reprodutiva, a nutrição é também fundamental para diminuir o estresse das plantas e formar os grãos com peso e qualidade adequados.

Por se tratar de época de saída da entressafra (salvo casos específicos de algumas regiões) é possível dizer que este é o momento certo para que o agricultor faça o planejamento e construa a fertilidade adequada da sua lavoura para a próxima safra, sendo possível apenas, se o mesmo tiver dados e informações precisas da sua lavoura.

Estes dados podem ser gerados através de amostras de solo retiradas com critérios de qualidade amostral e analisadas em laboratórios confiáveis. Através das informações obtidas, é possível ter conhecimento sobre os nutrientes presentes no solo, e também estimar a quantidade e disponibilidade dos mesmos, montando assim, uma estratégia de manutenção ou correção dos níveis destes nutrientes para que as fases de desenvolvimento vegetativo e reprodutivo não sejam prejudicadas pela falta de algum nutriente. Com esses números em mãos, o agricultor corre menos riscos ao fazer a adubação do solo e calagem, além de ter informações precisas sobre cada talhão da lavoura e as doses a serem aplicadas com precisão.

A nutrição de uma lavoura não é algo tão visível aos olhos dos agricultores, comparado ao manejo de pragas e doenças, mas interfere diretamente no resultado da produção. Olhar para o solo e identificar o que realmente a planta precisa é muito difícil. São, no mínimo, 17 nutrientes que se relacionam entre solo e planta. Além disso o excesso ou a falta de cada um deles afeta no planejamento do produtor, que ao invés de fazer a compra pensando na adubação geral da lavoura, pode tratar cada hectare de acordo com a necessidade nutricional do mesmo, aumentando a eficiência da sua adubação e colhendo os resultados de rentabilidade que o mapeamento da fertilidade pode lhe entregar.

A época em que vivemos é muito diferente do passado onde havia um movimento maior de êxodo rural. Hoje a geração de filhos de produtores está voltando para as propriedades, trazendo as novas tecnologias que ajudam o agricultor na tomada de decisões mais assertivas, baseadas no diagnóstico laboratorial de análises de solo e planta. Assim, o agricultor deixa de lado aquela adubação tradicional e, baseado em informações, trabalha com planejamento de adubação e com a agricultura de precisão.

Utilização de equipamentos adequados ajudam a minimizar a compactação do solo

O aumento e a evolução do maquinário agrícola, utilizado nas lavouras, geram o emprego de equipamentos mais potentes e consequentemente mais pesados, sendo que o tráfego intenso desses na lavoura causa o fenômeno conhecido como compactação.  O cultivo intensivo do solo e o preparo em condições inadequadas formam camadas compactadas na superfície e oferecem resistência ao crescimento das raízes das plantas, além de modificar a estrutura do solo e alterar a disponibilidade de água, dos nutrientes e a difusão de gases. Um solo compactado afeta diretamente o desenvolvimento e a produtividade das culturas na lavoura e é visto geralmente, em lavouras de plantio direto mal conduzidas.

Uma das consequências mais drásticas da compactação do solo para as plantas envolve o crescimento radicular, que é a má formação estrutural das raízes, prejudicando a absorção de nutrientes e causa a baixa produtividade das culturas em um solo compactado. As plantas necessitam de volume de solo para que as raízes possam crescer, respirar e, dessa forma, absorver a quantidade de nutrientes e micronutrientes para garantir uma boa produção.

A compactação do solo é um processo físico que pode acontecer em todos os tipos de solos, mas em solos argilosos ela fica mais evidente, pois a porosidade e a permeabilidade do solo são reduzidas, a resistência é aumentada e mudanças físicas ocorrem em sua estrutura, como por exemplo, a granulometria, alteração no teor de matéria orgânica, presença de macro e microporos e umidade do solo, gerando o estado de compactação inicial.

Dessa forma, sempre que possível, deve-se optar por entrar na lavoura com o índice ideal de umidade de solo e otimizar a utilização dos equipamentos dentro da lavoura, para evitar o aumento do adensamento do solo e diminuir a probabilidade de ter um baixo rendimento da cultura por esse fator. Agregado a isso, a utilização de tecnologia aplicada ao maquinário pode ser utilizada, como a adaptação de pneus de alta flutuação, já oferecidos pela AgroPrecision em seus caminhões há mais de 15 anos, que evitam a compactação do solo e contam com a alta capacidade operacional.

 

Através da agricultura de precisão é possível reduzir em média 19% dos custos fixos da lavoura

Com as diversas transformações que a moderna agricultura vem passando nas últimas décadas, a mesma se tornou uma atividade altamente competitiva. Dessa forma, o agronegócio começou a exigir dos agricultores um alto grau de aperfeiçoamento e de profissionalismo nas técnicas que envolvam a produção rural, visando maximizar a produtividade de cada cultura.

Em virtude das demandas no cenário agrícola, o mercado passou a oferecer várias alternativas tecnológicas para aumentar a capacidade produtiva e administrativa nas lavouras. Isto em função dos constantes riscos que o agricultor está exposto e que definem o sucesso da produção agrícola. Sendo assim, tornou-se fundamental que o agricultor tenha eficiência na aplicação dos recursos disponíveis como forma de assegurar a lucratividade em sua atividade. Assim, a obtenção de informações sobre os fatores que interferem na lavoura e de como se pode maximizar os seus efeitos, se tornou cada vez mais relevante.

Para suprir essas necessidades, uma tecnologia foi incorporada nos processos da lavoura, a Agricultura de Precisão (AP) que surgiu como um sistema de gerenciamento de informação, tendo seu crescimento potencializado a partir de avanços da tecnologia de referenciamento e posicionamento, como o GPS e de tecnologias de sensoriamento remoto.

A Agricultura de Precisão passou por diversos aperfeiçoamentos ao longo dos anos, tanto da própria ferramenta, quanto de quem a opera, exigindo alta qualificação profissional. Com essas questões alinhadas, a AP começou a gerar grandes resultados para os agricultores.

A partir das ferramentas da AP, o agricultor consegue captar diversos dados e obter o fácil monitoramento da sua lavoura, o que consequentemente, aumenta as possibilidades de acerto, e, acertando mais, logicamente, terá uma diminuição nos custos.

Todavia, uma grande preocupação dos produtores rurais é quanto ao valor investido em Agricultura de Precisão, em relação ao retorno sobre isso, o que facilmente fica claro, quando temos uma redução em média de 19% nos custos fixos da lavoura, como explica o Engenheiro Agrônomo, Rodrigo Rossato.

“Uma possibilidade que existe quando se faz o mapeamento de fertilidade do solo é a melhor distribuição dos fertilizantes e corretivos, podendo reduzir significativamente os custos do produtor. E, se em uma lavoura tivesse que ser aplicado uma tonelada ‘x’ de calcário ou adubo, mas a área em questão está mapeada e sua fertilidade é muito boa, então, é possível realocar esses recursos ou talvez reduzir um pouco a adubação, por exemplo.” – argumenta.

Construção da fertilidade do solo através da calagem

O agronegócio mostrou a sua força em diversos momentos da história do Brasil, mas os mais recentes, foram as adversidades enfrentadas no segundo semestre de 2019, com uma seca fortíssima, da qual, trouxe inúmeros prejuízos, na grande maioria, irreparáveis. Já em 2020, a chegada da pandemia, mudou a forma de trabalho no campo e neste ano, uma estiagem nos meses de janeiro e fevereiro, assustaram os produtores.

Para ajudar os produtores com tantos imprevistos na lavoura, existem inúmeras pesquisas e centros especializados em tecnologia que desenvolvem estudos com o objetivo de aperfeiçoar os procedimentos que envolvem a prática agrícola. Uma das principais fontes de pesquisas refere-se as formas para melhorar a eficiência de adubação utilizada em cada cultura. Estas, buscam verificar quais as fontes de nutrientes que apresentarão maior produtividade, qual o momento correto da sua utilização, em que local deve ser posicionado e o modo de aplicação, transformando o investimento em corretivos e os fertilizantes em produtividade e rentabilidade.

Uma pesquisa expressiva, divulgada em 2017, que é base comparativa até hoje, apontou que sem calcário o adubo chega a render pouco mais de 27% de um total de 100%, ou seja, possivelmente, uma grande parcela dos agricultores brasileiros perdem boa parte dos recursos investidos nas culturas em razão de adiar a calagem do solo.

A calagem, ou aplicação de calcário é uma etapa essencial dentro do processo de construção de fertilidade do solo para o cultivo agrícola, onde ocorre a adição de materiais de caráter básicos ao solo neutralizando a sua acidez, favorecendo o desenvolvimento radicular, do fornecimento de cálcio, magnésio, aumentando o pH em água, melhorando a saturação de bases, eliminando alumínio tóxico, aumentando a eficiência do nitrogênio, fósforo, potássio e enxofre, contribuindo, com isso, para o melhor desenvolvimento de microrganismos e com a melhora da fixação biológica de nitrogênio pelas plantas. Ou seja, a calagem é indispensável quando se pensa em retorno financeiro e aumento de produtividade.

O calcário é um dos insumos que apresenta uma boa relação custo/benefício, pois o mesmo oferece um efeito residual positivo (dependendo da qualidade). Mas, como todo insumo agrícola, as doses devem ser colocadas conforme a demanda de cada área, de preferência com o mapeamento de fertilidade de solo executado, obtendo assim, a máxima eficiência econômica da utilização deste insumo.

A correção do solo via calagem é um processo indispensável para que o agricultor obtenha resultados positivos em sua lavoura. Em muito solos, os rendimentos de algumas culturas podem ser tão baixos que, sem calagem, o cultivo se torna economicamente inviável.

Aplicação de potássio na lavoura melhorar a rentabilidade da cultura

É de conhecimento geral que o sucesso na agricultura está diretamente ligado a diversos fatores que vão desde o planejamento da cultura, até a colheita. Todavia, a correta nutrição das plantas, gradativamente vem ocupando um importante papel quando o assunto é rentabilidade.

A certeza de que as lavouras estejam recebendo níveis adequados dos nutrientes necessários para as plantas, aliada a boas práticas agronômicas são garantias de que a cultura terá bom desempenho com produtividade alta. Incorporado ao fator nutrição, estão os macronutrientes, estes, desempenham funções essenciais no desenvolvimento das plantas, mas a deficiência de apenas um deles pode prejudicar toda a produção de culturas.

Entre os macronutrientes presentes nas plantas, o Potássio (K) é considerado o elemento mais abundante. Ele é absorvido pelo solo através das raízes e desempenha a função de sustentar o crescimento e a reprodução da planta. Além disso, o Potássio eleva a produtividade das lavouras porque auxilia no crescimento das raízes, aprimora a tolerância da planta a seca, ao excesso de água, a elevação e a queda de temperatura, auxilia na fotossíntese e na formação de alimento, produz grãos ricos em amido, eleva o conteúdo proteico da planta e ainda, ajuda a retardar a disseminação de doenças da lavoura e nematóides.

O potássio é um elemento bastante móvel na planta e é deslocado dos tecidos mais velhos para os mais jovens. Consequentemente, os sintomas da deficiência em potássio normalmente ocorrem primeiro nas folhas inferiores e progressivamente avançam rumo ao topo, conforme a gravidade da deficiência se incrementa. Um dos sinais mais comuns da deficiência em potássio é o amarelamento ao longo das margens da folha, o que em casos drásticos, a margem queimada da folha pode se desprender. No entanto, em lavouras com folhas largas, como nas de soja e algodão, toda a folha pode cair, resultando em uma perda da área foliar prematura da lavoura.

Lavouras com deficiência de potássio crescem lentamente e possuem sistemas de raízes desenvolvidos precariamente. Os caules são fracos e a formação e peso dos grãos a prejudicada. Os fertilizantes comuns de potássio são completamente solúveis em água e possuem uma elevada concentração de sais. Assim, se posicionados muito próximo de sementes ou transplantes, podem reduzir a germinação e a sobrevivência da planta.

No entanto, todo esse processo é necessário que seja realizado com a orientação de um profissional qualificado na área, que tenha conhecimento técnico para que a quantidade de aplicação, seja realizada de maneira eficiente, garantindo a lucratividade e rentabilidade na lavoura.

*Créditos da imagem: agroadvisor.com.br

Quanto menor o grid de amostragem, mais dados na lavoura

Neste ano, a agricultura viveu o mesmo cenário de 2020, a estiagem enfrentada nos meses de janeiro e fevereiro, deixaram os produtores em situação de alerta, aumentando a necessidade de incrementarem a demanda de informações sobre os índices de fertilidade, recomendações de calagem e nutrição do solo e plantas.

É justamente neste aspecto, que a AgroPrecision, reuniu nesses mais de 15 anos de experiência em agricultura de precisão e digital, dados e informações para orientar os seus clientes quanto ao aumento de rentabilidade nas suas lavouras.

Através da agricultura de precisão o agricultor obtém conhecimento sobre a variação espacial de atributos de solo e de planta, consegue fazer um melhor planejamento e otimizar os investimentos em sua lavoura. É com essa técnica que é realizada a coleta de amostras e o mapeamento de fertilidade do solo, fazendo com que a AP se torne uma peça ‘chave’ para a tomada de decisões na propriedade.

Na AgroPrecision o processo de amostragem de solo é realizado por técnicos agrícolas que primeiramente demarcam o contorno da área com o auxílio de um GPS acoplado em quadriciclo. Essa área demarcada é dividida em grades (grids) para as coletas das amostras de solo, respeitando o número de subamostras que representam a fertilidade de cada local e que posteriormente serão encaminhadas para um laboratório de confiança.

Quanto menor o grid, mais informação o produtor vai ter e consequentemente maior confiabilidade e mais acertos na hora de tomar as decisões na lavoura. Em áreas de sequeiro, a AgroPrecision trabalha inicialmente com grids de três hectares e com o passar do tempo começa a trabalhar em áreas menores para melhorar aquelas áreas que ainda estão deficientes. Em áreas irrigadas o indicado é começar já com grids menores, de no máximo, um ou dois hectares em que se tem um retorno de investimento maior.

Para tomar a decisão do tamanho de grid que se vai trabalhar na lavoura, é pertinente calcular é a quantidade de informação que cada grid vai gerar. Cada amostra de solo coletada traz informações de pelo menos 20 fatores de fertilidade. Em uma área de 50 hectares, com grids de dois, o produtor gera mais de 500 informações que estarão em suas mãos na hora de tomar as decisões sobre a propriedade, como adubação, calagem, corretivos e fontes de nutrientes, por exemplo. Comparado a amostragem de solo convencional, feita com apenas uma amostra de solo em 50 hectares, o agricultor terá apenas 20 informações em mãos para tomar decisões sobre a fertilidade de sua lavoura.

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