Como o solo interfere na produtividade da soja?

O resultado para se obter uma boa safra da cultura de verão começa muito antes do plantio da semente. Especialistas consideram que para que se tenha uma maior produtividade e rentabilidade da cultura a ser plantada, é necessário que se faça a análise e correção do solo antes da semeadura. Como muitos agricultores brasileiros emendam uma cultura na outra em virtude de utilizar o método de plantio direto na lavoura, é necessário que se faça o monitoramento do solo na entressafra.

No sistema de plantio a rotação de culturas e a cobertura de solo na entressafra devem ser prioridades, e o mínimo revolvimento direto do solo deve ser realizado. Quando conduzido corretamente, esse sistema permite que o agricultor aumente a produtividade na área plantada, pelo aumento da ciclagem de nutrientes, melhoria química, física e biológica do solo, gerando resultados positivos da adoção desta técnica.

Através dos métodos utilizados pela agricultura de precisão, entende-se que para que o solo seja preparado de maneira adequada, seja feita a análise de fertilidade do solo. Com base nos dados obtidos através desta ferramenta são adotadas medidas para realizar primeiramente a correção e recuperação da fertilidade química do solo – considerando também a época certa, dose certa, fonte certa e o local correto de colocar cada nutriente.

A soja é adaptada a todo o território nacional, mas o solo em que ela será implantada deve ter uma boa disponibilidade de nutrientes essenciais para o desenvolvimento completo da planta com boa capacidade de disponibilidade hídrica. Outro fator que deve ser considerado no momento de semeadura da soja é a temperatura do solo, considerando uma média entre 20º a 30º como temperatura adequada para o plantio. Temperaturas inferiores ou acima destas citadas podem ser prejudiciais para a semente e resultar em uma drástica redução nos índices de germinação e emergência da planta.

Realizar o planejamento da cultura com antecedência e de maneira adequada é essencial para que o agricultor garanta a maximização da cultura. Além disso, o conhecimento e aplicação das principais técnicas de manejo, adubação, correção do solo e tecnologias da agricultura de precisão e digital são importantes para atingir melhores resultados em cada local, diminuindo o impacto ambiental e os gastos com insumos comparado ao manejo tradicional da lavoura.

Potencial produtivo da soja: entenda como a densidade da semeadura influência esse processo

No Brasil, a soja é a cultura com maior movimentação econômica do agronegócio e o sucesso atribuído à cultura encontra-se dentro de suas múltiplas aplicações.

A soja pode ser usada em produtos alimentares, como óleo vegetal comestível, biocombustíveis e, sobretudo, o seu farelo pode ser usado como fonte de proteína em rações animais.

Atualmente, as sementes são um item de importante investimento de uma lavoura de soja, fazendo com que se torne cada vez mais relevante o uso de sementes de boa qualidade, aliada a qualidade de semeadura em adequada umidade do solo e a regulagem correta das semeadoras, a fim de otimizar o uso desse investimento.

Na implantação da lavoura, o número de sementes depositadas no solo configura a densidade de semeadura e, seguir as recomendações para a cultivar a ser implantada é de máxima relevância. Caso haja variação na densidade podem ocorrer alterações na morfologia da planta, interferindo diretamente na sua arquitetura, nos componentes do rendimento e, consequentemente, no rendimento de grãos.

A alta densidade de plantas da soja normalmente diminui a emissão de ramos laterais, aumenta a estatura de planta, diminui o número de vagens por planta e pode favorecer o acamamento em muitas cultivares. Já em baixa densidade, as plantas de soja tendem a emitir maior quantidade de ramos e formar hastes mais robustas, aumentando o número de vagens por planta. Com isso, pode haver compensação da menor quantidade de indivíduos por área pela maior produção por planta.

A temperatura do ambiente é o mais importante fator que regula a germinação e o crescimento da plântula, além da disponibilidade hídrica. Dentro de determinados limites, a velocidade de emergência aumenta com o incremento de temperatura e umidade, sendo que a germinação, o crescimento e a diferenciação da plântula são favorecidos pelas flutuações entre as temperaturas diurna e noturna. A disponibilidade de água é extremamente importante para promover germinação, crescimento inicial de raízes e elongação de tecidos vegetais, e esses fatores são altamente influenciados pelo potencial matricial de água no solo, textura e área de contato entre solo e semente.

A observação de vários fatores ligados a semente da soja são influenciadores e fazem a diferença no resultado final da safra pois causam um impacto sobre o desempenho agronômico da cultura. Boa parte de um planejamento ideal de cultivo da lavoura de soja está baseada na precisão que se deve ter em relação a profundidade na hora de colocar as sementes no solo.

*Para complementar esse tema, selecionamos um artigo científico, que você pode ter acesso, clicando no link abaixo: https://goo.gl/F3AQ1W

Atenção aos cuidados que se deve ter com as doenças que afetam a produtividade da soja

Um dos problemas mais graves que podem prejudicar a produção dos agricultores em qualquer cultivo é o surgimento de doenças. No entanto, mesmo que isso ainda ocorra, hoje é possível prevenir e controlar esse problema através da utilização de produtos específicos, que também irão ajudar na manutenção do potencial produtivo da lavoura.

Para iniciar um plano de controle, é necessário ter conhecimento prévio de qual cultura estará sendo semeada, quais as doenças mais importantes que atingem aquela cultura, como acontece a infecção desta na planta, qual o ciclo biológico dela e qual o ambiente em que a cultura está exposta.

A soja, por exemplo, é atacada por diversos fungos e bactérias durante o seu ciclo e por isso a presença de um profissional qualificado, ou métodos de monitoramento constante (como alguns utilizados em agricultura de precisão), são primordiais para que o avanço da doença não seja crescente e prejudique a produção.

As que mais comprometem as lavouras de soja são: septoriose (Mycosphaerella uspenskajae), crestamento bacteriano (Pseudômonas glycine), mancha olho-de-rã (Cercospora sojina), oídio (Erysiphe diffusa), ferrugem asiática (Phakospora pachyrhizi), mancha alvo (Corynespora cassiicola), mela (Rhizoctonia solani), antracnose (Colletotrichum dematium), podridão de sclerotini (Sclerotini sclerotioum), e podridão das raízes (Macrophomina phaseolina). Para evitar os prejuízos causados por esses patógenos é necessário utilizar ferramentas adequadas de manejo, como a rotação de culturas, alternativa importante para quebrar o ciclo dos patógenos presentes na lavoura; a adoção de sementes certificadas e de boa qualidade; o uso de fungicidas no tratamento de sementes; a aplicação preventiva de fungicidas; e a eliminação de plantas voluntárias no período de entressafra.

Das doenças foliares, a ferrugem asiática é a que causa maior preocupação devido à rapidez de seu desenvolvimento e pode causar perda total da produção em poucos dias. Por isso, o controle químico é fundamental, bem como o monitoramento e a identificação da doença nos estágios iniciais, para a correta utilização dos fungicidas.

Algumas dicas podem auxiliar na prevenção de doenças na lavoura, tais como:

1 – Cuidado com o horário de pulverização e condições climáticas ideais;

2- Equipamento bem regulado e com volume de gotas adequado à cobertura necessária que será dada na folha;

3 – Avaliar a qualidade da agua que é colocada no tanque do pulverizador, se ela é adequada ao produto que será misturado ou é necessária à utilização de condicionadores;

4 – Escolha correta dos fungicidas levando em consideração a sua eficiência comprovada e dosagem correta;

5 – Aplicações preventivas sempre terão resultados melhores que curativas

Portanto, ao aplicar os defensivos e utilizar produtos de controle de doenças de forma adequada, o agricultor está usando uma das principais soluções para manter a produtividade e a lucratividade da lavoura. Mas lembre-se, cada cultivo e cada subárea precisam de atenção especifica e orientação técnica.

 

Como a cultura da soja se beneficia das vantagens da agricultura de precisão?

Estudos apontam que na década de 70 a produção de soja no Brasil chegava a atingir (aproximadamente) 10 milhões de toneladas por ano, ou seja, 28 sc/hectare. No decorrer dos anos, técnicas e melhorias nos processos foram incorporadas nas lavouras, o que fez com que esse número aumentasse significativamente.

Esses índices estão diretamente ligados, com a melhora na tecnologia de sementes, com o aperfeiçoamento do manejo do solo e o avanço da tecnologia para os processos da agricultura.  Exemplo desse avanço está nos maquinários que praticamente, substituíram vários procedimentos manuais, os quais ocorriam falhas e não asseguravam a aplicação precisa dos produtos que eram utilizados. No entanto, com a chegada da Agricultura de Precisão, o cenário mudou completamente, afinal, essa tecnologia, garante mais dados e uma melhor otimização da produção da lavoura.

Com a implementação da agricultura de precisão e digital, através do advento da tecnologia, alguns procedimentos foram automatizados, reduzindo o trabalho manual na coleta dos dados da lavoura e aumentando a eficiência operacional dos equipamentos. Por exemplo, o direcionamento do plantio, pulverizações e colheita através de GPS (Global Positioning System) permitem ganho no rendimento operacional das máquinas e menor sobreposição, evitando perdas de produtos e tempo de manobra. O posicionamento geográfico de cada mancha de fertilidade do solo também aumenta a eficiência da adubação e o menor desperdício da mesma, melhorando a rentabilidade. O sensoriamento remoto através de vants, drones ou satélites permite monitorar as áreas produtivas de forma intensa sem estar diariamente sobre a lavoura, e visualizar os pontos de controle para tomada de decisão. Com isso, a automação permite executar os processos com menos erros, melhorando as taxas de retorno e, consequentemente, aumentando a produção e contribuindo também para a melhoria da eficiência da mão de obra das fazendas.

Portanto, para a AP ser bem implantada e executada é necessário se cercar de profissionais especializados do setor que farão os diagnósticos necessários para implantar na propriedade ações que tragam maiores resultados nas lavouras.

“Embora o investimento exista, ele se paga e a automação traz vantagens significativas na relação custo/benefício da lavoura.” – comenta o engenheiro agrônomo Rodrigo Rossato.

Mapeamento da fertilidade do solo como aliado ao rendimento das lavouras

Em uma lavoura existem variações de fertilidade, tipos de solo, relevo, vegetação e histórico de uso. Diferentemente do que acontecia há alguns anos, no manejo com a agricultura convencional, onde o agricultor tratava a lavoura ou o talhão de maneira uniforme. Hoje, por meio da agricultura de precisão e digital, cada região é tratada de maneira diferente, conforme as potencialidades e necessidades detectadas através da amostragem de solo.  Com o avanço das tecnologias em AP é possível constatar que as variações também existem dentro de um talhão e essas são chamadas de variabilidade espacial.

Especialistas confirmam que a agricultura de precisão é uma das formas de gestão mais eficientes em propriedades rurais pois objetiva aumentar o retorno econômico do agricultor e diminuir os riscos e danos causados ao meio ambiente, otimizando a utilização de agroquímicos, sementes, corretivos e fertilizantes e ainda, melhora a gestão da irrigação. Dessa forma, tem-se uma maior produtividade e rentabilidade de cada talhão da lavoura.

Nesta época do ano é importante que o agricultor possa ganhar tempo em fazer o planejamento da lavoura para o plantio de culturas de verão. Uma ótima alternativa para esse planejamento é o mapeamento de fertilidade do solo, que auxilia a identificar as lavouras com maior potencial e as necessidades referentes à aplicação de calcário e fertilizantes em taxa variável de cada talhão. Para conseguir informações mais precisas sobre cada área e subárea da lavoura, é preciso fazer a amostragem de solo. Assim, pode-se estabelecer quais serão as formas de correção de acidez e fertilidade do solo, bem como a reposição de nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas em fase inicial de germinação e crescimento.

As amostras de solo que são retiradas de diferentes áreas da lavoura são levadas para laboratórios para a realização de uma análise química. Através deste processo é possível determinar o grau de suficiência ou deficiência de elementos químicos do solo, além de mensurar as condições que possam prejudicar o desenvolvimento das plantas.

Todas as informações obtidas através da amostragem são utilizadas para a construção dos mapas de fertilidade do solo que são autoexplicativos e o agricultor consegue visualizar as necessidades de cada talhão da lavoura de forma fácil e rápida, podendo assim, tomar decisões mais assertivas.

Os mapas realizados pela AgroPrecision trazem ainda sugestões de correção de solo e indicam os melhores produtos a serem utilizados em determinadas culturas, buscando a máxima produtividade e eficiência econômica da propriedade.

Pragas na cultura do milho exigem maior atenção dos agricultores

Com a cultura do milho em fase de crescimento, os agricultores já começaram a se preocupar com os principais fatores que podem interferir na produtividade da lavoura.

São diversos os problemas, dos quais, os mais preocupantes são imprevisíveis, como as condições climáticas e a invasão de pragas nas lavouras. Pesquisas apontam que o número de insetos encontrados na cultura do milho é bastante elevado; entretanto, somente algumas espécies constituem problema para a cultura, o que depende das condições ambientais de cada região. Existem diversas pragas que atacam as lavouras de milho, dentre elas algumas demandam atenção redobrada, por causarem maiores prejuízos às lavouras.

O combate às pragas se inicia com um bom diagnóstico através do levantamento feito pelo agrônomo responsável pela propriedade, pois inúmeras são as pragas sugadoras e mastigadoras que podem prejudicar a produtividade se não forem combatidas.

Após o levantamento feito de qual é a praga principal, que estágio de desenvolvimento a mesma se encontra e a mensuração do dano que ela está fazendo, vem a sugestão de controle feita pelo agrônomo ou técnico. Esta sugestão vai levar em consideração todo o ambiente produtivo em que a cultura está inserida, como por exemplo, qual o impacto deste controle em insetos não alvos, horário de aplicação, modo de aplicação, efeito residual ou de choque entre outros.

Posterior a aplicação é necessária nova verificação do agrônomo para avaliar o real controle destas pragas, para assim garantir que a produtividade não seja prejudicada.

Portanto, o manejo de pragas nas culturas exige formação profissional para recomendação, pois é necessário o domínio dos diversos princípios ativos e modos de ação de cada inseticida, para se produzir um alimento cada vez mais limpo e com menor impacto ambiental.

Entenda como a dessecação antecipada pode auxiliar na produtividade das culturas de verão

A dessecação da lavoura para o cultivo dos grãos consiste na utilização de herbicidas de ação sistêmica ou de contato que façam a eliminação completa das plantas daninhas presentes na área que será plantada a próxima cultura. Na região Sul, geralmente a dessecação é realizada antes da semeadura da soja ou depois de colhida a safra de trigo.

No sistema de plantio direto, uma das formas de manejo da lavoura mais utilizada pelos agricultores, a dessecação sequencial no final do inverno é fundamental e praticamente obrigatória para que a semeadura da soja seja realizada no limpo, desse modo a germinação e o desenvolvimento inicial da planta se desenvolve em condições mais favoráveis, com o controle de plantas daninhas e a facilidade no manejo de pragas dentro do ciclo da cultura de verão. A aplicação de herbicidas dessecantes antes do plantio é realizada também quando o agricultor visa apenas eliminar a vegetação pré-existente de maneira rápida e eficiente, o que acontece quando existe cobertura de solo ou quando o produtor utiliza o espaço para integração lavoura-pecuária na época de frio mais intenso.

O manejo químico de plantas daninhas antes da semeadura das próximas culturas no solo ocorre de forma variada, pois considera-se que na lavoura existem diversas espécies de plantas diferentes e o nível de infestação não é o mesmo, além das condições climáticas que influenciam no desenvolvimento e infestação desse tipo de dano. Para que o combate seja feito de forma variada e consequentemente com mais eficiência, o herbicida utilizado deverá aplicado com base no manejo e conhecendo os fatores que influenciam o desenvolvimento das plantas daninhas naquele local.

A AgroPrecision busca gradativamente adequar-se às mudanças e as tecnologias neste segmento para oferecer aos seus clientes, soluções precisas e viáveis para estes problemas, desta forma, trabalhando com a pulverização inteligente, consegue maximizar a produção da cultura. Com a utilização deste serviço o agricultor evita o desperdício, aumenta a eficiência do tratamento na aplicação, cria arquivos de recomendação de doses para todos os equipamentos do mercado e tem os dados disponibilizados online para visualização. É uma ferramenta eficiente para que o agricultor tome decisões mais assertivas e obtenha maior rentabilidade e produtividade na lavoura.

Workshop AgroPrecision 2021 já tem data marcada

Os acontecimentos deste ano pegaram todos de surpresa, uma seca forte no início do ano, seguida da pandemia do novo Coronavírus, fizeram com que diversas ações tivessem que ser repensadas e com o Workshop AgroPrecision não foi diferente.

Neste ano, completamos 15 anos de atuação no mercado da agricultura de precisão e oito anos do Workshop, definitivamente, um marco em nossa história, do qual, certamente, merecia uma comemoração, que já estava sendo planejada desde 2019, mas que foi interrompida em decorrência do distanciamento social controlado.

Quando iniciaram os primeiros surtos da Covid-19 no Brasil, já nos atentamos quanto a possibilidade de não realizamos o 8º Workshop AgroPrecision. Ficamos abalados quando se confirmou a suspensão dos eventos, mas sabemos o quanto era necessário esse cuidado.

Entendemos que não poderíamos perder o propósito de compartilhar conhecimento, então, nos adaptamos e iniciamos um projeto de 15 lives através das nossas redes sociais, com convidados renomados no setor do agronegócio, chegando a mais de 20 mil visualizações.

Mas como prezamos pelo contato presencial e pelo aperto de mão cordial, já iniciamos o planejamento do Workshop AgroPrecision 2021, que será realizado no dia 24 de junho, com grandes novidades, tecnologias e surpresas para o público.

“Como fomos impossibilitados de realizar o Workshop neste ano em virtude do Coronavírus, queremos surpreender o público em 2021. Com uma temática diferenciada, palestrantes renomados e marcas parcerias expressivas no mercado, estamos planejamento um dos maiores Workshops do agronegócio no interior do Estado.” – justificam os diretores da empresa, Leonardo Rossato e Rodrigo Rossato.

Oito anos do Workshop AgroPrecision: para um evento de qualidade, precisamos de parceiros de qualidade

Sempre acreditamos que não conquistamos nada sozinhos, que o sucesso é algo que se constrói no coletivo, por isso, desde 2013, ainda em nosso primeiro Workshop já contávamos com o apoio de empresas parcerias.

Quando decidimos realizar um evento em uma cidade do interior do Rio Grande do Sul, com a magnitude de um evento de grandes capitais, nos preocupamos em proporcionar além de conhecimento técnico, uma experiência diferenciada aos participantes. Dessa forma, buscamos empresas parceiras, que compraram o propósito do Workshop e expuseram suas soluções em produtos e serviços para os agricultores, além é claro, de compartilharem as novidades do setor (em suas áreas) com os demais participantes.

Tivemos ao nosso lado, grandes marcas com representatividade expressiva a nível local, nacional e internacional, somando assim, mais de 20 empresas parceiras ao longo das sete edições.

“Sempre tivemos muito claro, que mais do mesmo não iria agradar ao público, então, buscamos encontrar um equilíbrio entre proporcionar uma experiência diferente aos participantes, levando empresas do agronegócio e tecnologia, para apresentarem os seus produtos e serviços, bem como, aproximar essas marcas de possíveis futuros clientes. E temos a certeza, de que é com a apoio destas empresas que construímos o sucesso do Workshop AgroPrecision.” – comentam os diretores da AgroPrecision, Leonardo Rossato e Rodrigo Rossato.

Oito anos do Workshop AgroPrecision: mais de 4 toneladas de alimentos arrecadados

Enquanto empresa, nesses 15 anos de atuação, buscamos sempre estarmos inseridos em projetos da comunidade, isso porque acreditamos que temos um compromisso com o desenvolvimento do nosso município.

Quando percebemos que o Workshop AgroPrecision não era apenas um evento técnico e sim, um espaço humano, de networks e compartilhamento de conhecimento, queríamos também, conciliar alguma ação que revertesse para a comunidade. Foi então, que decidimos que, a partir de 2015, o Workshop não teria custo financeiro de participação, mas sim, a doação de alimentos não-perecíveis.

A ideia foi aceita com sucesso pelos participantes, tanto, que em algumas edições, os mesmos, chegavam a doar mais alimentos do que o solicitado. Resultado disso, foi que ao longo das cinco edições com esse formato de participação, chegamos a mais de 4 toneladas de alimentos arrecadados, todos, destinados ao projeto Abrace o São Vicente, que conta com o apoio de diversas empresas em prol do Hospital São Vicente de Paulo de Cruz Alta.

“Assim como a nossa preocupação sempre foi com a qualidade do evento e não com a quantidade pessoas, também trouxemos esse pensamento para o formato de participação no Workshop. Não queríamos lucrar com a realização de um evento, mas sim, retribuir à comunidade o reconhecimento que conquistamos diante da qualidade do nosso evento.”  – argumentam os diretores da empresa, Leonardo Rossato e Rodrigo Rossato.

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