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Agronegócio

A importância do controle de pragas na cultura do milho

2 anos atrás - por:

Com o início do plantio da safra de milho, os agricultores já começaram a preocupar-se com os principais fatores que podem interferir na produtividade da lavoura. São diversos os problemas, dos quais, os mais preocupantes são imprevisíveis, como as condições climáticas e a invasão de pragas nas lavouras.

Pesquisas apontam que o número de insetos encontrados na cultura do milho é bastante elevado; entretanto, somente algumas espécies constituem problema para a cultura, o que depende das condições ambientais de cada região. Existem diversas pragas que atacam as lavouras de milho, dentre elas algumas demandam atenção redobrada, por causarem maiores prejuízos às lavouras.

O combate às pragas se inicia com um bom diagnóstico através do levantamento feito pelo agrônomo responsável pela propriedade, pois inúmeras são as pragas sugadoras e mastigadoras que podem prejudicar a produtividade se não forem combatidas.

Após o levantamento feito de qual é a praga principal, que estágio de desenvolvimento a mesma se encontra e a mensuração do dano que ela está fazendo, vem a sugestão de controle feita pelo agrônomo ou técnico. Esta sugestão vai levar em consideração todo o ambiente produtivo em que a cultura está inserida, como por exemplo, qual o impacto deste controle em insetos não alvos, horário de aplicação, modo de aplicação, efeito residual ou de choque entre outros.

Posterior a aplicação é necessária nova verificação do agrônomo para avaliar o real controle destas pragas, para assim garantir que a produtividade não seja prejudicada.

Portanto, o manejo de pragas nas culturas exige formação profissional para recomendação, pois é necessário o domínio dos diversos princípios ativos e modos de ação de cada inseticida, para se produzir um alimento cada vez mais limpo e com menor impacto ambiental.

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AgroPrecision
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